Vale mais pelas filmagens bonitas (crédito esse, dos diretores dos filmes mostrados) e pela sensação inerente de busca pelo sentido. O problema desses filmes experimentais é justamente o exagero na subjetividade.
Apesar da promessa de condução freudiana, o livro não se faz sentir por completo (não obstante, a perspectiva de luto preceder o sonho ser oportuna), sendo bastante delicado julgar o filme, dada a extrema pessoalidade do projeto: é uma declaração de amor ao cinema, sob uma lógica íntima de lembranças acumuladas e cotejadas com experiências pessoais. Há muitas repetições e nem sempre as intenções do autor são compreendidas, mas as seqüências destacadas emocionam - é belíssimo, e isso diz algo! (WPC>)
Vale mais pelas filmagens bonitas (crédito esse, dos diretores dos filmes mostrados) e pela sensação inerente de busca pelo sentido. O problema desses filmes experimentais é justamente o exagero na subjetividade.
Apesar da promessa de condução freudiana, o livro não se faz sentir por completo (não obstante, a perspectiva de luto preceder o sonho ser oportuna), sendo bastante delicado julgar o filme, dada a extrema pessoalidade do projeto: é uma declaração de amor ao cinema, sob uma lógica íntima de lembranças acumuladas e cotejadas com experiências pessoais. Há muitas repetições e nem sempre as intenções do autor são compreendidas, mas as seqüências destacadas emocionam - é belíssimo, e isso diz algo! (WPC>)
a sequência da água com Espelho de Tarkovski é um maremoto visual.
Fiquei imersa.
Muito legal, o séc XX foi incrível pra algumas pessoas
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