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Data de lançamento
25 Dez. 1993Duração
O Homem-Morcego combate o Fantasma, um novo bandido que mata um grande criminoso e faz parecer que o herói encapuçado cometeu o crime, fazendo com que Gotham City se volte contra ele. Além disso, Batman ainda precisa se preocupar em defender a cidade do Coringa.
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Acho essa animação muito boa, revendo após alguns anos me fez lembrar que é ainda melhor do que eu esperava, no entanto não acho perfeita, ainda acho que nos anos 90 tivemos longas animados até superiores, mas de maneira geral essa não fica devendo, vale muito a pena.
BATMAN: MASK OF THE PHANTASM
Direção: Eric Radomski e Bruce Timm
Ano: 1993
Assistido em: 03/05/2026
Como uma boa cria dos anos 90, um dos meus primeiros contatos com o Batman foi através da icônica série animada lançada em 1992. Uma porta de entrada excepcional para o universo do Homem-Morcego, que acabou se tornando referência com o passar dos anos. Durante muito tempo eu ouvi falar sobre este filme, mas o máximo que havia assistido eram alguns trechos no falecido Cartoon Network. Nunca tive a oportunidade de assisti-lo completo até hoje. Eu estava com uma expectativa absurda, afinal de contas é muito comum ouvir fãs defenderem que este é o melhor longa animado do nosso herói. Mas, como expectativa é a mãe da decepção...
Gotham City passa a ser aterrorizada por uma figura misteriosa conhecida como Phantasm, responsável por assassinar chefes da máfia e deixar Batman como principal suspeito dos crimes. Enquanto tenta descobrir a identidade do vigilante, Bruce Wayne revive lembranças de seu passado, especialmente o romance com Andrea Beaumont, mulher que quase o fez abandonar sua cruzada contra o crime.
O grande problema dessa história, para mim, está no roteiro. Que vai além do simples, beira o bobo e chega até a ser ofensivo ao Batman em muitos pontos. Nós temos tramas paralelas, uma onde vemos o começo de carreira do nosso herói e seus tropeços, e isso é muito bom, mas no futuro ele já aparece maduro, experiente e, ainda assim, cometendo erros que um Batman com anos de carreira jamais cometeria.
Como Bruce Timm e Paul Dini foram os responsáveis pela criação do primeiro universo compartilhado baseado em histórias em quadrinhos, Liga da Justiça Sem Limites já havia me dado spoiler sobre a verdadeira identidade da Phantasm, então eu não fui pego de surpresa por esse detalhe específico. Ainda assim, confesso que ver a personagem praticamente dizendo ao Bruce Wayne que ele não estava agindo como o maior detetive do mundo foi extremamente frustrante. O Bruce aqui parece um adolescente tolo apaixonado, e não um homem com dez anos de experiência e uma mente completamente paranoica, que ao menos desconfiaria do papinho mole da vilã.
Visualmente, nós temos a mesma estética da série animada, que continua incrível e muito bonita. A dublagem do saudoso Kevin Conroy e do Mark Hamill no papel do Coringa está excelente e enriquece bastante o filme, mas infelizmente, com um roteiro tão fraquinho, ele tem dificuldade para se sustentar. No fim, Mask of the Phantasm lembra muito um episódio menor da série animada, quase um filler, e não uma aventura verdadeiramente memorável do Cavaleiro das Trevas.
Testa um pouco a nossa paciência, mas adoro esse batman 90’s!
A melhor animação feita até hj do batman
Essa é uma das animações mais marcantes do Batman, equilibrando muito bem ação, mistério e emoção. O filme aprofunda o lado humano do Bruce Wayne, mostrando conflitos que vão além de sair batendo em vilões. A história é envolvente, com um clima mais sombrio e até melancólico. Não é à toa que muita gente considera essa uma das melhores versões do personagem.