Clássica profundidade reflexiva moral do cinema iraniano, mas esse aqui ganhou traços bem irritantes do protagonista buscar a todo custo se autocupabilizar por uma morte que já estava definida, como se fosse a busca por uma redenção de algo que em nenhum momento do filme ficou claro.
Dilemas éticos e morais em mais um drama iraniano (aguardo ansiosamente o dia em que verei uma comédia iraniana, mas acho que lá é tudo muito sério, os aitolás não permitem que o povo se divirta muito, tem que ficar o tempo todo dando graças a Alá, deve ser isso), tudo muito parecido com o que já vimos em muitos filmes do país persa. Mesmo assim é interessante acompanhar tudo até o final, mas fica a dúvida cruel. Ou não?
Filme triste,duro,real e humano. Quase não tem música,pra intensificar os mais variados sentimentos que tomam conta da gente. De quem é a culpa? Todos estão errados,até porque os seres humanos são falhos. Mas,quem de fato,causou a morte precisamente naquele dia? Ela poderia ter sido evitada mesmo ou não tinha mais nada para fazer,a não ser aceitar o fato? O filme vaga do drama ao suspense, ficamos apreensivos querendo saber logo quem foi o responsável e no final te deixa com mais dúvidas do que respostas. Afinal,todos foram culpados de uma forma ou outra e o sofrimento já havia se instalado em ambos.
Clássica profundidade reflexiva moral do cinema iraniano, mas esse aqui ganhou traços bem irritantes do protagonista buscar a todo custo se autocupabilizar por uma morte que já estava definida, como se fosse a busca por uma redenção de algo que em nenhum momento do filme ficou claro.
Efeito dominó de culpa, dor, dúvida, revolta e muita tristeza!
O roteiro para emular uma crise ética e moral na personagem do médico força miseravelmente.
As atitudes do médico são inverossímeis e o
final em aberto, onde ele não responde, se a causa da morte foi devido mesmo ao acidente, deixa o filme sem nexo.
Dilemas éticos e morais em mais um drama iraniano (aguardo ansiosamente o dia em que verei uma comédia iraniana, mas acho que lá é tudo muito sério, os aitolás não permitem que o povo se divirta muito, tem que ficar o tempo todo dando graças a Alá, deve ser isso), tudo muito parecido com o que já vimos em muitos filmes do país persa. Mesmo assim é interessante acompanhar tudo até o final, mas fica a dúvida cruel. Ou não?
Filme triste,duro,real e humano.
Quase não tem música,pra intensificar os mais variados sentimentos que tomam conta da gente.
De quem é a culpa? Todos estão errados,até porque os seres humanos são falhos.
Mas,quem de fato,causou a morte precisamente naquele dia? Ela poderia ter sido evitada mesmo ou não tinha mais nada para fazer,a não ser aceitar o fato?
O filme vaga do drama ao suspense, ficamos apreensivos querendo saber logo quem foi o responsável e no final te deixa com mais dúvidas do que respostas.
Afinal,todos foram culpados de uma forma ou outra e o sofrimento já havia se instalado em ambos.
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