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Mathieu (Philippe Garrel), diretor, se prepara para gravar um novo filme. Ele escolhe para a liderança do sexo feminino, uma atriz famosa (Anémone). Porém, sua esposa Jeanne (Brigitte Sy), acredita que a história do filme é autobiográfico. Ela considera essa escolha como uma traição. Eles se separam.
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Sinceramente, só assisti para ver Louis Garrel Baby, uma fofurinha .
Pretensioso demais. Mala.
Tudo bem que, em ELLE À PASSÉ TANT D'HEURES SOUS LE SUNLIGHTS..., o sobejo de autoexposição do próprio Garrel era funcional. Mas repetir a dose acrescentando o pai e o filho pequeno não me pareceu convincente. Digo mais: as aparições do pequerrucho Louis soaram absurdamente forçadas, quase irritantes, para além da fofura inegável do garotinho. Além disso, o ponto de partida da trama foi conduzido de uma maneira tão repisada que beirava a artificialidade, por mais que os elementos autobiográficos sejam mais uma vez evidentes. Achei o ritmo cansativo, por conta dos elementos que me desinteressaram no roteiro, mas apreciei deveras os instantes em que a esposa do protagonista aparece num teatro. (WPC>)
Um filme com uma baita expressão nos enquadramentos. Isso sem contar os diálogos e as cenas do Louis Garrel pequenino e absolutamente fofo.
Cara, impossível não se apaixonar pelo estilo do Philippe de filmar. Estou cada vez mais fã! Ele conduz calmamente, parece saber o que faz e dirige o espectador pra emoção que ele deseja causar. Achei os diálogos fantásticos, bastante embate sobre o ser "ator". Tem muita força dentro desses diálogos, lá pelo final tem um maravilhoso, sobre amor, vida e morte. Garrel foca nas expressões e reações, é muito envolvente. A trilha sonora e a fotografia são pontos super fortes também, colaboram para o clima do filme, achei inebriante!