Addi é um menino criado por uma mãe clarividente. Quando ela decide adotar um garoto desajustado, eles precisam aprender a conviver. Juntos, os meninos exploram a agressão e a violência, mas também aprendem sobre lealdade e amor.
Gente, quantas personagens idiotas. A estupidez humana não tem limites. São poucos personagens que escapam. Maioria são seres desprezíveis. Quase não conseguia assistir até o final de tanta babaquice e maldade. Revoltante que vidas jovens passem por situações como essas.
O filme nos mostra uma realidade brutal de forma realista. Ele também aborda o crescimento em lares desestruturados, em meio a abusos e drogas. Os atores entregam atuações excelentes, mas senti que faltou um desfecho final para os outros personagens principais.
Esse é aquele filme que foi feito pra incomdar e passar raiva, mas isso vai mudando no decorrer da história e no final você se da conta que é um filme necessário!! Arte da vida real!!
Inicialmente achei que o título do filme indicasse ironia por não perceber beleza nas criaturas apresentadas sequer heroísmo, mas foi justamente a condução do roteiro que me fez perceber não haver ironia alguma. Pelo contrário: são belas em sua condição humana naturalmente agressiva e ao mesmo tempo construtiva. O filme representa um olhar e análise sinceros do diretor sobre os temas da amizade, vínculo e lealdade. O realismo com que as situações são apresentadas nos permite uma aproximação da dor do existir de cada um deles a seu modo. Questiono se é exagero dizer que a narrativa seria uma versão atualizada do Conta Comigo para o mundo de hoje, com os desafios que ele apresenta, mais ou menos próximo do que pessoas vivenciam. Por fim, não seria de se esperar pouca coisa se tratando do mesmo diretor de Corações de Pedra. Ambos os filmes a serem revistos. <3
Gente, quantas personagens idiotas. A estupidez humana não tem limites. São poucos personagens que escapam. Maioria são seres desprezíveis. Quase não conseguia assistir até o final de tanta babaquice e maldade. Revoltante que vidas jovens passem por situações como essas.
O filme nos mostra uma realidade brutal de forma realista. Ele também aborda o crescimento em lares desestruturados, em meio a abusos e drogas. Os atores entregam atuações excelentes, mas senti que faltou um desfecho final para os outros personagens principais.
Esse é aquele filme que foi feito pra incomdar e passar raiva, mas isso vai mudando no decorrer da história e no final você se da conta que é um filme necessário!! Arte da vida real!!
Inicialmente achei que o título do filme indicasse ironia por não perceber beleza nas criaturas apresentadas sequer heroísmo, mas foi justamente a condução do roteiro que me fez perceber não haver ironia alguma. Pelo contrário: são belas em sua condição humana naturalmente agressiva e ao mesmo tempo construtiva. O filme representa um olhar e análise sinceros do diretor sobre os temas da amizade, vínculo e lealdade. O realismo com que as situações são apresentadas nos permite uma aproximação da dor do existir de cada um deles a seu modo. Questiono se é exagero dizer que a narrativa seria uma versão atualizada do Conta Comigo para o mundo de hoje, com os desafios que ele apresenta, mais ou menos próximo do que pessoas vivenciam.
Por fim, não seria de se esperar pouca coisa se tratando do mesmo diretor de Corações de Pedra. Ambos os filmes a serem revistos. <3
Sim...belas criaturas....adolescentes de famílias disfuncionais.... 16/09/25.