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Data de lançamento
13 Fev. 2014Duração
Em uma segunda-feira como outra qualquer na pacífica e vigiada cidade de La Maravillosa, uma empregada doméstica encontra seu patrão, Pedro Chazarreta decapitado. A notícia logo se espalha por todo o país, mas Chazarreta não é só um poderoso empresário e sim, o principal suspeito do assassinato de sua esposa anos atrás, em sua própria casa.
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Bom thriller investigativo com a qualidade do cinema argentino.
Filme não engata a segunda e quase para. (03.06.20)
Mesmo com um bom elenco este filme não apresenta a mesma desenvoltura de outras produções argentinas, talvez por influência deste diretor que eu ainda não conhecia. O título também é bem fraquinho e soa como algo do maligno.
O cinema argentino sempre me surpreendeu por seu viés extremamente politizado, mesmo quando parece aderir aos grandes gêneros cinematográficos, importados da Literatura. Aqui, aparece um exemplo inverso: não obstante as críticas sobre ele comumente destacarem aspectos de "despedida" em relação a uma determinada conjuntura presencial, para mim, o filme soou incômodo justamente por ser excessivamente correto e calculado em sua perspectiva policial: não apenas é um filme de gênero como louva e emoldura o próprio gênero, beneficiando-se do sucesso de O SEGREDOS DOS SEUS OLHOS, filme hiperestimado que talvez eu não tenha entendido muito bem. BETIBÚ, por sua vez, não exige demais: é quase um CHINATOWN contemporâneo, porém modesto e numa conjuntura sul-americana. O final é bacana em sua abertura comprobatória dos temores da personagem-título, mas... Há algo de excessivamente "genérico" aqui, que fez com que eu desejasse uma politização quiçá mais explícita. É bom, mas... (WPC>)
Sou só eu que acha que o cinema Argentino tá muito bom??