Ethan Winters, ao procurar por sua esposa desaparecida, vê-se aprisionado pela família Baker — uma força letal e imparável, levada à violência sob a influência de uma infecção misteriosa.
A melhor adaptação sobre Resident Evil feita de todos os tempos. O cara só refez cenas do jogo, não quis inventar e colocar uma versão do diretor ou roteirista pra deixar seu nome no mundo da cinematografia. Parabéns aos envolvidos, foram 2,2 milhões de visualizações em apenas 3 dias. Mesmo mudando a cena onde John arranca o teto do carro, aqui ele arranca a porta e fica ótimo também, até porque no jogo a câmera é em primeira pessoa. E a caixa com faixas amarela é bem fan service, maneiro, hehe.
Conseguiu, com um pastel e um caldo de cana, fazer o que nenhum grande estúdio conseguiu até agora: uma boa adaptação de Resident Evil. E quem diria que seguir a história do jogo, respeitar a atmosfera e entender minimamente o que faz aquele universo funcionar daria certo, né? Realmente surpreendente. É um curta, claramente feito com recursos limitados, mas tem mais identidade de Resident Evil do que muita produção milionária que carregou o nome da franquia. Às vezes não precisa reinventar tudo. Basta adaptar bem aquilo que já funcionava.
Esse curta metragem é a maior prova que se a Constantin Films quiser, ela produz filmes de qualidade e fieis aos jogos de Residente Evil. O Chandler Riggs mandou bem demais nesta produção.
Carl Grimmes mandou bem demais neste curta, mesmo com o pouco de orçamento que tinha, ainda conseguiu fazer algo bem visceral. Achou bons enquadramentos de câmera, soube trabalhar bem as tomadas de cena & iluminação ambiente, recriando a atmosfera pesada da família Baker no RE7. RiGGs mostra potencial podendo se tornar uma excelente referência nesse tipo de direção da franquia em live action.
A melhor adaptação sobre Resident Evil feita de todos os tempos. O cara só refez cenas do jogo, não quis inventar e colocar uma versão do diretor ou roteirista pra deixar seu nome no mundo da cinematografia.
Parabéns aos envolvidos, foram 2,2 milhões de visualizações em apenas 3 dias.
Mesmo mudando a cena onde John arranca o teto do carro, aqui ele arranca a porta e fica ótimo também, até porque no jogo a câmera é em primeira pessoa.
E a caixa com faixas amarela é bem fan service, maneiro, hehe.
Conseguiu, com um pastel e um caldo de cana, fazer o que nenhum grande estúdio conseguiu até agora: uma boa adaptação de Resident Evil.
E quem diria que seguir a história do jogo, respeitar a atmosfera e entender minimamente o que faz aquele universo funcionar daria certo, né? Realmente surpreendente.
É um curta, claramente feito com recursos limitados, mas tem mais identidade de Resident Evil do que muita produção milionária que carregou o nome da franquia. Às vezes não precisa reinventar tudo. Basta adaptar bem aquilo que já funcionava.
Esse curta metragem é a maior prova que se a Constantin Films quiser, ela produz filmes de qualidade e fieis aos jogos de Residente Evil. O Chandler Riggs mandou bem demais nesta produção.
Muito bacana!
Carl Grimmes mandou bem demais neste curta, mesmo com o pouco de orçamento que tinha, ainda conseguiu fazer algo bem visceral. Achou bons enquadramentos de câmera, soube trabalhar bem as tomadas de cena & iluminação ambiente, recriando a atmosfera pesada da família Baker no RE7.
RiGGs mostra potencial podendo se tornar uma excelente referência nesse tipo de direção da franquia em live action.