Últimas opiniões enviadas
Superman é um deus comparado a um ser humano, nesse filme ele é um abobalhado que tem chilique com a namorada porque ele está certo, tem crise de ansiedade e um cachorro que destrói tudo como se fosse uma criança mimada dentro de um supermercado.
Lex é corno de uma namorada loira mais estereotipada que filme do Todo Mundo em Pânico.
Kal-el é um alienígena, se referir ao que ele faz como humanidade ao invés de empatia e compaixão com uma raça inferior, é estúpido pra caramba.
E a parte que o Senhor Incrível (Mr. Terrific) avisa a Louis que se alguém cair ali ou tocar diretamente naquele fluxo de energia quântica/antimatéria instável, o corpo da pessoa seria atomizado ou desintegrado no nível molecular instantaneamente, mas o Superman e o bebê nadam como se nada acontecesse.
Um rasgo dimensional no espaço físico no meio da Terra e tem partes físicas onde ele luta contra ele mesmo...
E a mãe ao telefone e o pai do Clark, mano, dois retardados.
Superman para a luta com um kaiju alienigena de 40 metros pra salvar um esquilo, mas a Mulher Gavião mata o presidente de boa, e o Lanterna Verde da 25 de março aceita o Metamorfo por dizer que o nome do Grupo é legal. PUTA QUE PARIU que desgraça de roteiro.
Piadinhas e palavrões, coisa do gunn.
A atriz que faz a engenheira é tosca demais. E a Kara? Nusss
Não sei o que se passa na cabeça das pessoas quando aparece um pet na tela, elas ficam dementes.
James Gunn parece um Superman de esquerda X o Superman da direita do Zack Snyder
O filme se divide em três partes, bom, médio e podre.
O começo é interessante só que o enredo vai se perdendo, alienígena fica quase uma hora levando tiro, aparece outro adulto pra sumir só com um, personagem que teria quebrado todas as costelas continua em pé e andando a cavalo, a mulher legista parece que saiu do filme do Didi, aí aparece um doidinho que do nada começa a dirigir igual piloto de fuga, tem uma mentiraiada muito descarada, pior que velozes e furiosos.
A parte do alívio cômico é meio que engraçada, mas não faz sentido nenhum o cara sobreviver.
Os efeitos são normais, até homem aranha tem defeitos, então aqui ta de boa.
Asiáticos Orientais são frequentemente associados à busca pelo equilíbrio e pelo respeito. No entanto, isso muda no teatro e no cinema, desde as tradições antigas até as produções atuais, onde vemos a quebra dessas convenções por meio de gritos e xingamentos entre pessoas mais velhas, familiares e superiores hierárquicos no ambiente de trabalho.
Eu sei que isso é cultural e vem a muitos anos do teatro antigo que precisava gritar, essa válvula de escape (catarse) que eles usam para desestressar em algumas cenas não fazem mais sentido hoje em dia. Isso vem um pouco de anime também.
Eliminar quase todo o elenco eu até entendo as vezes nas obras, mas essa gritaria e descontrole as vezes fica chato demais e muito forçado.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Tá uma porra...
Assisto sim, mas coloco no TV Time.
A série é top, mas o primeiro episódio é devagar e cansado, o ator escolhido pra fazer o Jason no começo não tem aquele sentimento de entregar o máximo de si na atuação (apesar que se for analisar após assistir toda a série...
a vida do cara não estava muito boa mesmo rs.
Alice Braga é top demais, o sorriso dela é lindo. A cena que ...
chega na casa da mãe chamando ela, mas ela estava morta naquele mundo, a mãe toma um susto como se estivesse ouvindo a filha chamando-a do além, alí foi pesado. Mas a cena dela correndo na neve deu uma raiva também. kkkkk A escolhe dele de ficar naquele mundo foi ótimo.
Já o final pareceu "bom", tipo quando o Silvio Santos cai no chão e fala: - É, tá bom.
Teorias ...
O Jason2 se redimir não foi muito legal, se fosse outro Jason acharia melhor, aquele merecia sofrer. Acho que foi rápido demais a mudança.
Imaginei que a Daniela não conseguiria mais conviver com ele, aí pensei: é, o jeito vai ser ele ir voltar para a Amanda, mas pelo que parece, acho que algum Jason vai fazer isso, deve ser por isso que no roteiro deixaram duas ampolas com ela, será?
Eu viajei grandão no final do penúltimo episódio que a Daniela olha pro Jason com os olhos escuros...
eu pensei, ixi será que não é outra Daniela também? rsrs
Na parte da vida... o que realmente define quem somos?
As nossas escolhas? As circunstâncias? Ou será que somos apenas o resultado de uma sequência de acontecimentos que poderia ter sido completamente diferente?
Acho que somos os 3 ao mesmo tempo se entrelaçando... As escolhas, as circunstancias, as pessoas, os resultados.
Então entramos num looping de multiversões paralelas do nosso eu...
Será que somos definidos por aquilo que escolhemos ou também por aquilo que deixamos de escolher?
Se retirássemos todas as dificuldades que nos fizeram mudar, aprender e tomar determinadas decisões, ainda seríamos a mesma pessoa?