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Sinopse
A rede australiana Foxtel e o canal americano FX anunciaram a renovação. Ray Shoesmith, um pai, ex-marido, namorado e melhor amigo: papéis difíceis de conciliar na era moderna – especialmente quando se trata de um criminoso de aluguel.
A segunda temporada de Mr. Inbetween traz o aprofundamento que faltava. O perigo, que parecia distante, agora é real, e vemos um Ray mais complexo: ao mesmo tempo que busca uma justiça própria, revela um lado impulsivo e psicologicamente instável. Os seus atos agora têm consequências reais.
O ponto negativo é persistência da ausência total da lei. A série cria um universo onde a polícia parece não existir na Austrália, permitindo que tudo se resolva na clandestinidade sem qualquer interferência do Estado. Tira um pouco do realismo da coisa.
A temporada está recheada de temas delicados, e em comparação a primeira esta teve uma profundidade trabalhada somente com o protagonista e os coadjuvantes ficaram de prateleira. Tecnicamente mesmo tendo mais minutos eu senti o mesmo nível de desenvolvimento, só que aparentemente essa temporada deixou a série mais lúdica por o roteiro ignorar muitas consequências ou dando segundos de tela. Provavelmente essa enxugada é feita na edição pra deixa bem dinâmico.
Temporada mais intensa que a primeira, episódios pesados, se alguém tiver traumas ou gatilhos com certos assuntos, não é bom assistir. O último episódio eu chorei pra caramba. O atores são ótimos, o que interpreta o irmão do Ray, personagem do Bruce, cara, parece que da pra ver o vazio e tristeza por dentro dos olhos dele. Uma pena não existirem nenhum Dexter nem Ray para exterminar pessoas lixos e políticos no Brasil.
A segunda temporada de Mr. Inbetween traz o aprofundamento que faltava. O perigo, que parecia distante, agora é real, e vemos um Ray mais complexo: ao mesmo tempo que busca uma justiça própria, revela um lado impulsivo e psicologicamente instável. Os seus atos agora têm consequências reais.
O ponto negativo é persistência da ausência total da lei. A série cria um universo onde a polícia parece não existir na Austrália, permitindo que tudo se resolva na clandestinidade sem qualquer interferência do Estado. Tira um pouco do realismo da coisa.
A temporada está recheada de temas delicados, e em comparação a primeira esta teve uma profundidade trabalhada somente com o protagonista e os coadjuvantes ficaram de prateleira.
Tecnicamente mesmo tendo mais minutos eu senti o mesmo nível de desenvolvimento, só que aparentemente essa temporada deixou a série mais lúdica por o roteiro ignorar muitas consequências ou dando segundos de tela. Provavelmente essa enxugada é feita na edição pra deixa bem dinâmico.
Temporada mais intensa que a primeira, episódios pesados, se alguém tiver traumas ou gatilhos com certos assuntos, não é bom assistir.
O último episódio eu chorei pra caramba.
O atores são ótimos, o que interpreta o irmão do Ray, personagem do Bruce, cara, parece que da pra ver o vazio e tristeza por dentro dos olhos dele.
Uma pena não existirem nenhum Dexter nem Ray para exterminar pessoas lixos e políticos no Brasil.
Que temporada incrível
Essa série me surpreendeu muito positivamente, injustamente pouco conhecida