Depois de testemunhar acidentalmente um crime violento, uma jovem fica catatônica com o choque e luta para entender o que viu, encontrando recuperação no mundo ilimitado de sua própria imaginação.
Uma história triste, e pesada contada sobre a ótica de uma intensa garotinha, que tinha um diagnostico obviamente, filme bem diferente, criativo e até ambíguo, muito bom.
Lúdico na dor.
"... Eu preciso que se lembre:
Você não está quebrada.
A cura não é linear."
"Aprendi que é melhor apenas sentir."
Julia Savage,
sutileza intensa!
Interessante a forma com que a diretora trabalha o trauma da garota em suas simbologias. Gostei!
Achei o pouco exagerada a fantasia, mas é interessante.
Uma história triste, e pesada contada sobre a ótica de uma intensa garotinha, que tinha um diagnostico obviamente, filme bem diferente, criativo e até ambíguo, muito bom.
Produção australiana que abusa da fantasia e imagens surreais com base a puberdade e a descoberta da sexualidade.