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Data de lançamento
5 Fev. 2021Duração
Um homem recém-divorciado (Owen Wilson) conhece uma mulher (Salma Hayek) que vive nas ruas e está convencida de que o mundo ao seu redor não é real. Ela acredita que eles vivem em um mundo horrível simulado dentro do lindo e pacífico mundo real chamado Bliss.
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Gostei da premissa, mas em alguns momentos a dubiedade deixa o roteiro um tanto confuso e repetitivo. Mas a crítica a insatisfação humana é bem pertinente.
Uma dupla de atores que até se esforçam bem somado com um enredo de filme ruim, é igual perda de tempo.
Mas apesar dos pontos fortes visuais, uma dupla de boas jogadas e um tópico interessante, o resultado não é realmente inspirador. O maior problema é que Cahill realmente não sabia como fazer uma história real dos elementos. Depois de uma entrada curiosa, a ação é muito difícil. Com pouco mais de uma hora e meia, o Bliss não é particularmente longo, mas, em última análise, muito longo para cativar continuamente. Então, a partir do meio, ele vem para shrangers de novo e de novo. No geral, no entanto, o drama de ficção científica já vale a pena ver e, apesar do conhecido golpe do diretor, ainda é independente o suficiente para não se perder na massa de novos lançamentos.
Não entendi a nota baixa. O filme é um baita drama que denuncia os males de uma depressão associada ao uso de drogas de uma forma alegórica bem criativa. Brinca com o espectador mas sempre dando indícios que a reconpensa será um soco no estômago. Acho que a maioria aqui esperava caramelos... Isso não é real!
Paleta de cores incríveis e o efeito prisma em uma das realidades é muito sensacional. Nota injusta aqui no filmow porém é um filme poético e profundo... o que torna compreensivo a nota. (se é que me entendem)
Interpretações pesadas e uma mensagem realista.