Depois de uma sessão de espiritismo com a estranha Madame Arcati, o escritor Charles Condomine (Rex Harrison) é atormentado pela visão de sua ex-mulher Elvira (Kay Hammond). No entanto, sua atual esposa, Ruth (Constance Cummings) se recusa a acreditar nele.
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Graciosa comedia que brinca com a morte, o fino humor britânico rende momentos ainda atuais como quando a mulher atual se junta a ex e perturba o atônito Rex. Pra ver com um sorriso estampado no rosto.
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Esse humor tão pueril dos filmes antigos é tudo de bom...um filme suave para assistir no fim de noite, passa rapidinho.
Agradável mesmo com um humor que já não nos atinge tanto porém ainda consegue manter o espírito do espectador sempre simpático ao filme. Trabalho bem fora da curva pelo que conheço do cinema de David Lean.
É inevitável a comparação com “The Ghost and Mrs. Muir”, de 1947, com o mesmo Rex Harrison. Neste filme do David Lean, a comédia é mais presente e toda a abordagem é mais leve, criando-se momentos muito divertidos. E, no critério diversão, os destaque aqui é a Margaret Rutherford, ela rouba todas as cenas em que aparece. No fim das contas, o filme do Mankiewicz é superior porque dosa melhor a comédia com momentos de relevante drama, o que dá maior densidade à narrativa (estou simplificando, obviamente).
Esse com certeza foi o trabalho mais atípico da carreira do diretor David Lean. É uma comédia divertida e inusitada que perde um pouco o rumo na sua metade final, mas que ainda consegue ser um bom entretenimento. Os efeitos visuais hoje não impressionam, o que não deve ter sido o caso na época do lançamento do filme, tanto que levaram uma estatueta do Oscar na sua categoria.