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Duração
Beatriz é uma menina de 17 anos, nascida na Argentina, que depois da morte de sua mãe é forçada a se mudar para o Brasil com o seu pai ausente. Em um show de música, ela se sente atraída pelo líder das bandas, Roger, com quase 40 anos, lutando contra a sombra do patrimônio musical bem sucedido do seu avô. Esta relação é ligada de forma incomum e então começa uma história alimentada pela ideia enlouquecedora do amor de Beatriz e as necessidades sombrias de Roger.
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- serve bem como estudo de dois personagens que são tipos de pessoas que vemos muito por ai
- garota que parece ser meio problemática, mas é só uma adolescente experienciando a vida e crescendo
- e homem que recusa a crescer, assumir responsabilidades, é abastado, por isso não se preocupa em se manter e construir alguma coisa
- porém toda a trama acaba sendo rasa e pouco cativante
Boni Bonita é um filme sobre a desconstrução da "musa". Ele mostra que, por trás de uma estética bonita e de um romance regado a música e cigarro, muitas vezes existe apenas a solidão de duas pessoas que não sabem como ficar sozinhas. É uma obra essencial para quem gosta de um cinema que não entrega respostas fáceis, apenas perguntas incômodas.
Nota de rodapé: A atuação de Cailín Rocha é a alma do filme. Ela consegue transmitir a transição da menina vulnerável para a mulher que finalmente entende o jogo em que está metida.
Péssimo! Você não consegue criar empatia pela trama, pelas personagens, tudo vazio e chato. Passem longe.
Mais um filme que eu vi no festival cinema em casa do Espaço Itaú Play e que eu não gostei. Personagens por quem a gente não consegue torcer e nem se empolgar, trama desinteressante, atuações meio mecânicas...sei lá... Fiz um esforço pra encontrar algo que tivesse gostado no filme, mas honestamente não tenho nada de positivo para falar sobre Boni Bonita - que é também um título horroroso...