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Sinopse
Primeiro documentário do BOPE realizado por uma equipe internacional. Os portugueses retrataram a ação policial contra o tráfico e a vida nas comunidades do Rio de Janeiro.
Hoje, 19 de janeiro, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) completa 48 anos de existência.
Criada em 19 de janeiro de 1978, como Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE), a unidade era formada por policiais voluntários, dotados de comprovada integridade moral, e com especialização nas Forças Armadas, tais como o Estágio de Operações Especiais, o Curso de Guerra na Selva e o Curso de Contra Guerrilha (CONGUE), dos Comandos Anfíbios. Nessa época, o NuCOE era subordinado operacionalmente ao chefe do Estado-Maior da PMERJ.
Em 1980 passou a ter como símbolo a caveira trespassada por um punhal, ornado por duas garruchas cruzadas. O punhal cravado na caveira simboliza a "vitória sobre a morte" e as garruchas são o símbolo da Polícia Militar.
Em 1982 passou a funcionar nas instalações do Batalhão de Polícia de Choque, fazendo parte da orgânica daquela unidade e recebendo a designação de Companhia de Operações Especiais (COE).
Em 27 de junho de 1984 a COE passou a ser denominada Núcleo de Companhia Independente de Operações Especiais (NuCIOE), funcionando nas instalações físicas do Regimento Marechal Caetano de Farias, ficando subordinado apenas administrativamente ao BPChq e retornando sua subordinação operacional ao chefe do Estado-Maior Geral da PMERJ.
Em março de 1988, foi criada a Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), com suas missões próprias em todo o Estado do Rio de Janeiro, determinadas pelo comandante-geral. Nesse mesmo ano, ocorreu o batismo de fogo da unidade para operações em favelas. Na ocasião, a CIOE foi chamada para resolver uma guerra visando o controle de bocas de fumo na Rocinha. Finalmente, pelo decreto n° 16.374 de 1 de março de 1991, deu-se a criação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), ficando extinto a CIOE e dando início uma mística que dura até hoje.
A unidade mais conhecida do BOPE é a 3ª Companhia, chamada de Companhia de Operações (COp). Estruturada em quatro equipes, Alfa, Bravo, Charlie e Delta, ela se destina a cumprir missões de repressão ao crime organizado, apoio à inteligência e às intervenções táticas, atuar como força de pronta-resposta e intervenção especial e executar outras missões específicas de operações especiais.
Já a Companhia de Intervenções Táticas (CIT) responde a eventos de crise, como situações com reféns ou ataques terroristas. Atualmente, a unidade é formada por três grupos distintos: Grupo de Negociação e Análise (GNA), Grupo de Atiradores de Precisão (GAP) e o Grupo de Retomada e Resgate (GRR), os integrantes dessa unidade.
Por último, temos a Unidade de Engenharia, Demolição e Transporte (UEDT), que surgiu devido à necessidade de desobstrução dos acessos das comunidades para a entrada das viaturas durante as operações policiais. Ela é formada por policiais com conhecimento em mecânica de veículos pesados e explosivos. Eles são responsáveis por operar os maquinários na liberação dos acessos e por destruir as fortificações do tráfico. Quando se faz necessário, eles também usam explosivos em suas missões. Com a atuação do BOPE no processo de pacificação, a equipe agregou uma nova função: montar os equipamentos desdobrados em terreno de difícil acesso para servir de base avançada das tropas no local a ser pacificado. O treinamento da equipe é baseado em constantes estudos e pesquisas sobre demolição e engenharia de combate, o que lhes permite o aperfeiçoamento das técnicas utilizadas. Os policiais da unidade são especializados em explosivos e receberem o brevê "explosivista".
Para quem quiser ver https://www.youtube.com/watch?v=eLItsRj2sJs O áudio é em português de portugal, não há legenda em português do Brasil, mas dá para assistir sem problemas.
Hoje, 19 de janeiro, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) completa 48 anos de existência.
Criada em 19 de janeiro de 1978, como Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE), a unidade era formada por policiais voluntários, dotados de comprovada integridade moral, e com especialização nas Forças Armadas, tais como o Estágio de Operações Especiais, o Curso de Guerra na Selva e o Curso de Contra Guerrilha (CONGUE), dos Comandos Anfíbios. Nessa época, o NuCOE era subordinado operacionalmente ao chefe do Estado-Maior da PMERJ.
Em 1980 passou a ter como símbolo a caveira trespassada por um punhal, ornado por duas garruchas cruzadas. O punhal cravado na caveira simboliza a "vitória sobre a morte" e as garruchas são o símbolo da Polícia Militar.
Em 1982 passou a funcionar nas instalações do Batalhão de Polícia de Choque, fazendo parte da orgânica daquela unidade e recebendo a designação de Companhia de Operações Especiais (COE).
Em 27 de junho de 1984 a COE passou a ser denominada Núcleo de Companhia Independente de Operações Especiais (NuCIOE), funcionando nas instalações físicas do Regimento Marechal Caetano de Farias, ficando subordinado apenas administrativamente ao BPChq e retornando sua subordinação operacional ao chefe do Estado-Maior Geral da PMERJ.
Em março de 1988, foi criada a Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE), com suas missões próprias em todo o Estado do Rio de Janeiro, determinadas pelo comandante-geral. Nesse mesmo ano, ocorreu o batismo de fogo da unidade para operações em favelas. Na ocasião, a CIOE foi chamada para resolver uma guerra visando o controle de bocas de fumo na Rocinha. Finalmente, pelo decreto n° 16.374 de 1 de março de 1991, deu-se a criação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), ficando extinto a CIOE e dando início uma mística que dura até hoje.
A unidade mais conhecida do BOPE é a 3ª Companhia, chamada de Companhia de Operações (COp). Estruturada em quatro equipes, Alfa, Bravo, Charlie e Delta, ela se destina a cumprir missões de repressão ao crime organizado, apoio à inteligência e às intervenções táticas, atuar como força de pronta-resposta e intervenção especial e executar outras missões específicas de operações especiais.
Já a Companhia de Intervenções Táticas (CIT) responde a eventos de crise, como situações com reféns ou ataques terroristas. Atualmente, a unidade é formada por três grupos distintos: Grupo de Negociação e Análise (GNA), Grupo de Atiradores de Precisão (GAP) e o Grupo de Retomada e Resgate (GRR), os integrantes dessa unidade.
Por último, temos a Unidade de Engenharia, Demolição e Transporte (UEDT), que surgiu devido à necessidade de desobstrução dos acessos das comunidades para a entrada das viaturas durante as operações policiais. Ela é formada por policiais com conhecimento em mecânica de veículos pesados e explosivos. Eles são responsáveis por operar os maquinários na liberação dos acessos e por destruir as fortificações do tráfico. Quando se faz necessário, eles também usam explosivos em suas missões. Com a atuação do BOPE no processo de pacificação, a equipe agregou uma nova função: montar os equipamentos desdobrados em terreno de difícil acesso para servir de base avançada das tropas no local a ser pacificado. O treinamento da equipe é baseado em constantes estudos e pesquisas sobre demolição e engenharia de combate, o que lhes permite o aperfeiçoamento das técnicas utilizadas. Os policiais da unidade são especializados em explosivos e receberem o brevê "explosivista".
Para quem quiser ver https://www.youtube.com/watch?v=eLItsRj2sJs
O áudio é em português de portugal, não há legenda em português do Brasil, mas dá para assistir sem problemas.