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Sinopse
Jon, um professor universitário, resolve casar-se novamente, desta vez com uma ex-aluna. Mas na noite anterior ao casamento, terá que enfrentar as dolorosas lembranças de sua ex-mulher, além de aguentar as imprudências de seus familiares e amigos.
O que mais chama a atenção neste filme islandês é a perfeição como ele consegue ser trágico, cômico e existencialista sem se perder dentro das várias realidades em que se propõe mostrar. A fórmula de se reconstruir o passado em flashbacks ocasionais é fantástico. Vivenciamos duas dimensões simultaneamente, motivando uma aceleração narrativa, que mantém o espectador 'ligado' todos os 96 minutos de exibição. Ótimas atuações do protagonistas principais bem como os coadjuvantes. Fotografia de primeira.
Filme irregular, aborrecido e sem graça, com um bando de personagens esteriotipados beirando entre o ridículo e a idiotice. Não se define entre o presente e o flashback. Outra oportunidade desperdiçada de se conhecer um pouco mais do cinema islandês. De aproveitável apenas, na trilha sonora, uma versão (islandesa?) de nossa bela canção Manhã de Carnaval.
Más recordações, bebedeira, campo de golfe, um piano, dinheiro e dúvidas permeiam a véspera do casório. Um filme leve, apesar de pesado. Uma gracinha aqui e outra ali, além da própria irregularidade do filme quebram o que poderia ser mais dramático. O que de certa forma ficou até bom.
Ele começa um pouco confuso e termina ruim. Mas, o miolo se salva. A bela paisagem e os amigos ajudam.
Trágico, cômico e filosófico existencialista. Tudo isso em uma ilha maravilhosa da islândia como cenário.
O que mais chama a atenção neste filme islandês é a perfeição como ele consegue ser trágico, cômico e existencialista sem se perder dentro das várias realidades em que se propõe mostrar. A fórmula de se reconstruir o passado em flashbacks ocasionais é fantástico. Vivenciamos duas dimensões simultaneamente, motivando uma aceleração narrativa, que mantém o espectador 'ligado' todos os 96 minutos de exibição. Ótimas atuações do protagonistas principais bem como os coadjuvantes. Fotografia de primeira.
Filme irregular, aborrecido e sem graça, com um bando de personagens esteriotipados beirando entre o ridículo e a idiotice. Não se define entre o presente e o flashback. Outra oportunidade desperdiçada de se conhecer um pouco mais do cinema islandês. De aproveitável apenas, na trilha sonora, uma versão (islandesa?) de nossa bela canção Manhã de Carnaval.
Ótimo filme! Engraçado, ótima fotografia e roteiro, com uma edição que o deixa mais interessante. Recomendo!
Más recordações, bebedeira, campo de golfe, um piano, dinheiro e dúvidas permeiam a véspera do casório. Um filme leve, apesar de pesado. Uma gracinha aqui e outra ali, além da própria irregularidade do filme quebram o que poderia ser mais dramático. O que de certa forma ficou até bom.
Ele começa um pouco confuso e termina ruim. Mas, o miolo se salva. A bela paisagem e os amigos ajudam.