Uma jovem surda, Jennie Davis (Susan Strasberg), viaja até São Francisco para tentar achar seu irmão hippie, Steve (Bruce Dern). Ela acaba conhecendo Stoney (Jack Nicholson), o líder de uma pequena banda de rock, que a ajuda a encontrar Steve. Jennie acaba se envolvendo com Stoney, mas o mundo dos amigos dele é algo diferente de qualquer coisa que ela tivesse vivenciado.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Mds, que filme bosta, sem sentido, sem direção. Nem a presença de um Jack Nicholson sem a fama e reconhecimento que viriam posteriormente, e um Bruce Dern que quase não aparece, conseguem fazer essa bomba valer a pena. É uma falta de diálogo, falta de motivação, personagens mal desenvolvidos, falta de criar uma empatia do telespectador com os personagens. Junta tudo isso com um filme que não se fala nada com nada e é apenas droga e música
(não que isso seja ruim)
A história começa com ela chegando para procurar seu irmão. Claro que ela não tinha muitas pistas e precisava delas para conseguir encontrá-lo, mas, em vez de avançar logo nesse objetivo, acaba ficando com os hippies, falando bosta, participando de viagens de droga entre shows e ensaios da banda.
Até que finalmente, só depois de 1 hora e 15 em um filme de 1 hora e 43 minutos, ela encontra o irmão.
No clímax, o irmão dela está em uma casa em chamas, sem ficar claro se realmente morreu ou não. Em seguida, ela foge de lá, vai parar em uma rodovia e quase morre atropelada. Quem a salva é Dave, o amigo meio hippie, meio indígena, que acaba morrendo em seu lugar. Fim dessa bosta.
No fim das contas, “Psych-Out” é um desperdício de tempo e de elenco: Nicholson ainda sem brilho, Dern quase ausente e Strasberg, mesmo com sua beleza e atuação ok, não consegue salvar nada — porque simplesmente não existe nada que valha a pena nesse lixo. O resultado é uma colagem de drogas, música e pseudo-filosofia hippie que não leva a absolutamente nada.
Tem um William Bonner creditado no elenco kkkkkk
Assistido em 03/10/2025
Drama psicodélico da era da contracultura do final dos anos 60 sobre hippies, música psicodélica e drogas recreativas. O cineasta Richard Rush (atualmente com 91 anos) já foi indicado ao Oscar como melhor diretor e melhor roteiro com o filme O substituto (80). O diretor de fotografia foi o renomado húngaro László Kovács (1933-2007). Boa trilha sonora das bandas The Strawberry Alarm Clock, The Seeds e Ronald Stein.
Foi o 1° longa-metragem produzido por Dick Clark (1929-2012). A câmera criativa de Richard Rush revela toda a fauna e flora contracultural. Rush aprecia a energia e o idealismo da cultura em seu melhor, enquanto reconhece as contradições nos indivíduos. Curioso e impressionante papel de Jack Nicholson (usando rabo de cavalo) e Bruce Dern com uma peruca de longos cabelos que lembra um profeta.
Significativa frase de Dean Stockwell à beira da morte após um atropelamento: "A realidade é um lugar mortal, espero que essa viagem seja boa."
muito psicodelico esse filme. alias é demais os cartazes no inicio do filme, um escrito temos maconha, outro escrito thorazine. remedio conhecido para tratar surto psicotico.kkkkk. Alias a cena final do filme é muito boa.
Filme psicodélico dos anos 60 e conta com uma boa estória , além de retratar o mundo hippie da época .
"I hope this trip is a good one."