Concorreu ao Oscar de Melhor Canção Original por "How About You?". Conheci Mickey Rooney velho e agora que estou assistindo a alguns clássicos desconhecidos com ele estou ficando cada vez mais fã. Engraçado imaginar o cara começando a fazer cinema nas primeiras décadas de existência da sétima arte e depois terminar fazendo uma das continuações de "Puppet Master" diretamente para o limbo do VHS no final do século passado (diz tanto sobre a vida). Voltando, Tommy, seu personagem, é o melhor do musical, mesmo com Judy mantendo o mesmo nível hard no talento pra palco, destaque especialmente para a cena em que ele faz cover da Carmem Miranda (que esteve nos bastidores, tenho uma linda foto na parede dos dois juntos com os mesmos trajes). Curiosidade: a produção teve que forçar uma pausa inesperada pois Garland havia secretamente viajado para se casar em Las Vegas, aos 19 anos.
Além dos excelentes números musicais, que inclui até uma divertida homenagem à Carmen Miranda, o filme tem um boa história que vale a pena acompanhar. Por isso é uma infelicidade que no final ele apele para uma sequência notadamente racista onde atores brancos pintados de preto parodiam os negros.
Concorreu ao Oscar de Melhor Canção Original por "How About You?". Conheci Mickey Rooney velho e agora que estou assistindo a alguns clássicos desconhecidos com ele estou ficando cada vez mais fã. Engraçado imaginar o cara começando a fazer cinema nas primeiras décadas de existência da sétima arte e depois terminar fazendo uma das continuações de "Puppet Master" diretamente para o limbo do VHS no final do século passado (diz tanto sobre a vida). Voltando, Tommy, seu personagem, é o melhor do musical, mesmo com Judy mantendo o mesmo nível hard no talento pra palco, destaque especialmente para a cena em que ele faz cover da Carmem Miranda (que esteve nos bastidores, tenho uma linda foto na parede dos dois juntos com os mesmos trajes). Curiosidade: a produção teve que forçar uma pausa inesperada pois Garland havia secretamente viajado para se casar em Las Vegas, aos 19 anos.
Além dos excelentes números musicais, que inclui até uma divertida homenagem à Carmen Miranda, o filme tem um boa história que vale a pena acompanhar. Por isso é uma infelicidade que no final ele apele para uma sequência notadamente racista onde atores brancos pintados de preto parodiam os negros.
Um filme que sempre me deixa com um sorriso no rosto.