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Sinopse
"Os apreciadores de banho quente inalam seu calor, que adentra seus espíritos. Isso faz com que fiquem alegres e, com freqüência, comecem a cantar" (Ibn Khaldun, 1377).
Cada vez mais eu acho que o mundo é uma simulação e as coisas vão se conectando para a memória desse sistema não ter que usar muitos dados. Assisti esse filme e fiquei pensando em como a nudez é uma coisa extremamente natural para mim, não tenho o hábito de usar roupa, na casa dos meus pais sempre foi assim, cresci em um ambiente nu. Depois cheguei a trabalhar em um ambiente onde pessoas não usavam roupa. Nunca conectei a nudez ao sexo como a maioria. Daí depois de ver este curta saiu uma matéria no UOL sobre esse papo todo de nudez... conectividade da Matrix. Ou seja, o filme não me chocou como deve chocar a maioria das pessoas, porém me diverti, vendo meu amigo Wesley nitidamente eufórico (dei risada), achei a participação do Bernardet o ápice e linda demais... e como defensor ferrenho (como ele) da boa higiene, reparei em azuleijo sujo em uma das cenas (hahahahaha). Um cara de cabelo comprido ganhou o prêmio de bumbum mais bonito. O filme diverte (e choca quem deve ser chocado talvez). Parabéns aos envolvidos.
Como, além de intérprete e de "homenageado em intenção", eu assisti a vários copiões deste curta-metragem, confesso que decepcionei-me um tanto com a montagem definitiva, no qual alguns dos banhantes/cantantes foram excluídos e no, qual, há uma condução linear do percurso sob o chuveiro. Admito a diversidade de personagens e gosto bastante do modo como as canções escolhidas têm a ver com as personalidades, sendo alguns nomes importantes na capital do Estado em que vivo. A intervenção profilática do Bernardet é genial, bem no meinho do filme (risos). O trabalho de fotografia é bastante cuidadoso e considero o cineasta muito generoso, em relação ao tempo em que apareci em cena. Desde que soube deste projeto, gritei: "não tem como isso dar errado!". Dito e feito, é ótimo! Porém, já foi melhor... (WPC>)
Cada vez mais eu acho que o mundo é uma simulação e as coisas vão se conectando para a memória desse sistema não ter que usar muitos dados. Assisti esse filme e fiquei pensando em como a nudez é uma coisa extremamente natural para mim, não tenho o hábito de usar roupa, na casa dos meus pais sempre foi assim, cresci em um ambiente nu. Depois cheguei a trabalhar em um ambiente onde pessoas não usavam roupa. Nunca conectei a nudez ao sexo como a maioria. Daí depois de ver este curta saiu uma matéria no UOL sobre esse papo todo de nudez... conectividade da Matrix. Ou seja, o filme não me chocou como deve chocar a maioria das pessoas, porém me diverti, vendo meu amigo Wesley nitidamente eufórico (dei risada), achei a participação do Bernardet o ápice e linda demais... e como defensor ferrenho (como ele) da boa higiene, reparei em azuleijo sujo em uma das cenas (hahahahaha). Um cara de cabelo comprido ganhou o prêmio de bumbum mais bonito. O filme diverte (e choca quem deve ser chocado talvez). Parabéns aos envolvidos.
Como, além de intérprete e de "homenageado em intenção", eu assisti a vários copiões deste curta-metragem, confesso que decepcionei-me um tanto com a montagem definitiva, no qual alguns dos banhantes/cantantes foram excluídos e no, qual, há uma condução linear do percurso sob o chuveiro. Admito a diversidade de personagens e gosto bastante do modo como as canções escolhidas têm a ver com as personalidades, sendo alguns nomes importantes na capital do Estado em que vivo. A intervenção profilática do Bernardet é genial, bem no meinho do filme (risos). O trabalho de fotografia é bastante cuidadoso e considero o cineasta muito generoso, em relação ao tempo em que apareci em cena. Desde que soube deste projeto, gritei: "não tem como isso dar errado!". Dito e feito, é ótimo! Porém, já foi melhor... (WPC>)