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Devlon, um demoníaco psicopata, é morto pela polícia, mas seu psiquiatra, o Dr. Cardan, acredita que ele ainda vai voltar a atacar. Na noite de Halloween, adolescentes roubam o corpo do assassino para realizar um ritual demoníaco de brincadeira num velho cemitério. Só que Devlon desperta e recomeça sua carreira de crimes.
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Trash mexicano que possui boa maquiagem, um pouco de gore, e que talvez possa agradar fãs do gênero trash, zumbis, pena que o roteiro depois ferre com tudo no final bem sem graça.
Terror com roteiro forçado e cheio de furos , além de mal dirigido . Só lá pelo final que tem uns zumbis surgindo de forma meio aleatória e nem as cenas de morte são grande coisa. Outra coisa estranha é apresentar um grupo de jovens como protagonistas
só prá elimina-los na metade e depois focar numas crianças chatas
Gostei! Vi no YouTube em 29.12.24
Este filme mexicano de zumbis bastante desconhecido pode não ser o filme de terror mais original já lançado, e claramente tem muita influência de muitos filmes americanos de sucesso no mesmo estilo de "Night of the Living Dead (1968), Halloween (1978), City of the Living Dead (1980), Evil Dead (1981) e até mesmo Thriller de Michael Jackson".
O filme é bem filmado, apesar de seus baixos valores de produção, e os locais da casa e do cemitério são muito atmosféricos. Embora o filme não seja grande coisa, ele ainda tem um pouco daquele charme nostálgico dos anos 80 que me impede de dar uma classificação mais baixa.
Trash Mexicano de excelente qualidade, me surpreendeu! Até arrisco dizer que é melhor que muitas produções slashers de Hollywood.
Com uma dose agradável de gore, uma excelente ambientação e uma trilha sonora marcante, esta pérola zumbi é uma divertida sessão para os cinéfilos que apreciam um horror mais descompromissado e “feito na raça”, sem se importar muito com pequenos detalhes de erro ou algo do tipo.
Em 1985, quando o slasher já se estabelecia como um subgênero e George Romero lançava seu terceiro exemplar da franquia dos mortos-vivos comedores de carne humana, era produzido no México o horror Cementerio del terror, a estreia do cineasta Rubén Galindo Jr. Pode-se apontar o longa como uma mistura paupérrima de slasher com zumbis, mas com uma quantidade suficiente de sangue e mortes violentas para atrair a atenção dos amantes do gênero.
Na noite de Halloween, estudantes de medicina convencem suas namoradas a deixar de lado um show de rock para uma festa particular num casarão abandonado. Assim que Jorge encontra um livro macabro no sótão, intitulado Devlon, ele tem uma ideia extremamente romântica para o momento íntimo com as garotas: roubar um cadáver no necrotério para realizar um ritual macabro de ressurreição no cemitério. O corpo escolhido é o do assassino Devlon, responsável pela morte de dezessete pessoas incluindo os próprios pais, além de ser praticante de magia negra, ou seja, possuidor de um currículo perfeito para experiências adolescentes. O psiquiatra Dr. Camilo Cardan acredita que o serial killer é, na verdade, um demônio e seu corpo precisa ser cremado para evitar que ele retorne.
De uma forma extremamente fácil que beira o absurdo, os jovens invadem o necrotério e levam o corpo para o cemitério, onde iniciam a leitura do livro. Uma forte tempestade atinge o grupo – apenas o grupo, pois não chove em mais nenhum local -, obrigando-os a voltar para a mansão, enquanto o corpo retorna à vida e vai ao encontro de suas vítimas. Seria um slasher comum se a trama se baseasse apenas na vingança sobrenatural de Devlon, mas o filme ainda tem mais a contar, surpreendendo o espectador ao assassinar os seis jovens das formas mais criativas e violentas como um exemplar de Sexta-Feira 13: machadada na cabeça, tripas arrancadas, pregado na parede, arremessada pela janela e outra que encara os restos de uma garrafa. A partir daí, a narrativa acompanha o psiquiatra e o Capitão Adam Ancira na busca pelo assassino, ao passo que tentam resgatar um grupo de cinco crianças perdidas, que acabará indo ao cemitério, ao casarão e depois ao cemitério e ao casarão.
Numa das passagens pelo local onde foi feito o ritual, zumbis começam a emergir de suas velhas tumbas em maquiagens toscas e corpos intactos. É provável que a solução para essa noite de terror esteja no livro Devlon, mas para chegar a ele será necessário enfrentar os mortos e o assassino imortal e poderoso. O gore já estabelecido na primeira metade slasher diminui com as vítimas inocentes, restando ao público se divertir com as interpretações nem sempre convincentes dos jovens e a tensão risível no ato final.
Também conhecido com o título inglês Cemetery of Terror lançado pelo mundo, o filme conseguiu uma passagem rápida pelos cinemas novaiorquinos, talvez pelas filmagens terem sido realizadas no Texas. Na época do lançamento, Galindo Jr. chegou a dizer que fez seu longa inspirado em The Evil Dead, clássico absoluto de Sam Raimi. E desdenhou do fato de alguns críticos compararem a trilha sonora de Chucho Zarzosa com a de Halloween III, de Tommy Lee Wallace, de 1982. A despeito dessas semelhanças e dos defeitos técnicos, Cementerio del terror é divertido em sua concepção simples e sua narrativa dinâmica, sendo um bom exemplar do cinema bagaceira do México.