Após a morte de um grupo de adolescentes que usaram a tábua Ouija, a psicóloga Fernanda e seu filho retornam ao Peru, mas eles acabam cercados por uma entidade maligna.
Saudade de um dia atrás, quando eu não tinha perdido tempo vendo esse filme. Sem dúvidas está no topo dos piores da categoria. Aliás, nem sei em que categoria encaixá-lo. Tem umas coisas nele que não fazem sentido algum e parecem que foram feitas pra subestimar a capacidade do telespectador, o que me deixa muito puto. Por exemplo:
-como diabos o paciente da protagonista morreu naquela clínica? Tinha um prego/parafuso na parede com sangue escorrendo; tinha sangue nessa mesma parede como se o paciente tivesse pendurado e o corpo dele tivesse arrastado até ele cair sentado (do jeito que foi encontrado morto); tinha uma cruz no chão também cheia de sangue; e pra completar o paciente tava com um buraco na testa como se tivesse levado um tiro (????);
- a uma certa altura do filme a mãe do garoto diz que vai preparar algo pra ele comer. Segundos depois que ela sai de cena acontece de a "assombração" se manifestar e o menino vai pro quarto dele atrás dela. Lá acontece um jumpscare (esse filme usou e abusou disso, sem sucesso) e a mãe entra no quarto essa hora, encontra o menino apavorado no chão e diz: "o que você tá fazendo no chão? vamos dormir!". E a comida que ela ia preparar pra ele comer? Nesse meio tempo não dava de ter feito nem um sanduíche.
- o menino vive vendo assombração mas todo dia dorme de boa no quarto assombrado dele e nunca fala nada pra mãe;
- aliás, aproveitando esse gancho, eu sei que é o típico clichê de filmes desse gênero, mas o que diabos a pessoa (nesse caso a criança) é cagada de medo de assombração, mas sempre que vê uma vai atrás dela?
- na cena do carregador, em que a assombração agarra na mão do menino, ele sai correndo desesperado até a mãe, que tá dormindo, e ela nem se deu o trabalho de pelo menos se assustar nem nada com o desespero dele. Se manteve calminha! kkkk
- qual o b.o da personagem principal com a mãe dela? Acho que ela menciona mais de uma vez sobre a relação delas, que parece não ser boa, mas não deixa nenhuma pista pra gente saber o que aconteceu;
- essa cena foi icônica: literalmente DO NADA aparece uma personagem avulsa no meio do filme (que pela mão preta parece ter manipulado o tabuleiro) e ela simplesmente morre afogada, na banheira em que tomava banho, por uma assombração. QUAL O PROPÓSITO DAQUILO? QUEM ERA AQUELA MENINA?
- e pra finalizar, a cena mais "revira olhos" pra mim (depois daquele final horrendo com a cena do sacrifício), é a do "sequestro" na clínica. Tipo, o jornalista vivia sendo barrado por vários funcionários e nunca conseguia entrar no troço da clínica, mas na hora de sequestrar a velha não tinha uma alma viva, uma câmera de segurança, uma portaria... NINGUÉM (em uma clínica psiquiátrica!!!) pra impedir ele de entrar. Ele simplesmente entrou e a porta do quarto onde a velha ficava estava >>>pasmem<<< APENAS ENCOSTADA! Vsf!
Nunca fui tão carrasco, e nunca fiz um comentário tão grande aqui. Mas que puta filme bosta! Vou dar uma estrela porque achei a criança fofa.
O dia das crianças foi ontem e a partir de hoje pretendo focar apenas em filmes de terror, e hoje, dia 13, um filme peruano, continuação de uma produção de 2013, o peruano Cemeterio General e 2: Juego Siniestro. ... De forma inteligente, acompanhamos os desdobramentos após as mortes do filme anterior, mas com um roteiro cuidadoso que isenta o público de ter assistido a primeira parte. Tudo que precisamos saber é mencionado sem didatismos ou de forma forçada. ... E então descobrimos que as mortes ocorridas na cidade de Iquitos vão muito além de fantasmas. Seitas satânicas, tabuletas de ouija que funcionam como portais, e ate uma participação especial do ator imortalizado como Senhor Barriga. ... Claro, temos uma construção cheia de clichês como a música alta, gritos e sustos, mas são bem colocados e coordenados, várias vezes fui pego de surpresa. Mas o grande prêmio vai para o ator que interpreta Júlio, um garoto de dez anos que mesmo sem poder falar, é extremamente expressivo, dá um banho em muito ator premiado.
Segue o padrão dos filmes do gênero mas com a mistura de vários elementos temáticos (assombração, satanismo e ouija). Nada contra os jumps scares, mas eles são usados de forma tão excessiva que quando eles ocorriam não me faziam ter a menor reação. Nota: 6.5.
Tem Seu Barriga.
Saudade de um dia atrás, quando eu não tinha perdido tempo vendo esse filme. Sem dúvidas está no topo dos piores da categoria. Aliás, nem sei em que categoria encaixá-lo. Tem umas coisas nele que não fazem sentido algum e parecem que foram feitas pra subestimar a capacidade do telespectador, o que me deixa muito puto. Por exemplo:
-como diabos o paciente da protagonista morreu naquela clínica? Tinha um prego/parafuso na parede com sangue escorrendo; tinha sangue nessa mesma parede como se o paciente tivesse pendurado e o corpo dele tivesse arrastado até ele cair sentado (do jeito que foi encontrado morto); tinha uma cruz no chão também cheia de sangue; e pra completar o paciente tava com um buraco na testa como se tivesse levado um tiro (????);
- a uma certa altura do filme a mãe do garoto diz que vai preparar algo pra ele comer. Segundos depois que ela sai de cena acontece de a "assombração" se manifestar e o menino vai pro quarto dele atrás dela. Lá acontece um jumpscare (esse filme usou e abusou disso, sem sucesso) e a mãe entra no quarto essa hora, encontra o menino apavorado no chão e diz: "o que você tá fazendo no chão? vamos dormir!". E a comida que ela ia preparar pra ele comer? Nesse meio tempo não dava de ter feito nem um sanduíche.
- o menino vive vendo assombração mas todo dia dorme de boa no quarto assombrado dele e nunca fala nada pra mãe;
- aliás, aproveitando esse gancho, eu sei que é o típico clichê de filmes desse gênero, mas o que diabos a pessoa (nesse caso a criança) é cagada de medo de assombração, mas sempre que vê uma vai atrás dela?
- na cena do carregador, em que a assombração agarra na mão do menino, ele sai correndo desesperado até a mãe, que tá dormindo, e ela nem se deu o trabalho de pelo menos se assustar nem nada com o desespero dele. Se manteve calminha! kkkk
- qual o b.o da personagem principal com a mãe dela? Acho que ela menciona mais de uma vez sobre a relação delas, que parece não ser boa, mas não deixa nenhuma pista pra gente saber o que aconteceu;
- essa cena foi icônica: literalmente DO NADA aparece uma personagem avulsa no meio do filme (que pela mão preta parece ter manipulado o tabuleiro) e ela simplesmente morre afogada, na banheira em que tomava banho, por uma assombração. QUAL O PROPÓSITO DAQUILO? QUEM ERA AQUELA MENINA?
- e pra finalizar, a cena mais "revira olhos" pra mim (depois daquele final horrendo com a cena do sacrifício), é a do "sequestro" na clínica. Tipo, o jornalista vivia sendo barrado por vários funcionários e nunca conseguia entrar no troço da clínica, mas na hora de sequestrar a velha não tinha uma alma viva, uma câmera de segurança, uma portaria... NINGUÉM (em uma clínica psiquiátrica!!!) pra impedir ele de entrar. Ele simplesmente entrou e a porta do quarto onde a velha ficava estava >>>pasmem<<< APENAS ENCOSTADA! Vsf!
Nunca fui tão carrasco, e nunca fiz um comentário tão grande aqui. Mas que puta filme bosta! Vou dar uma estrela porque achei a criança fofa.
O dia das crianças foi ontem e a partir de hoje pretendo focar apenas em filmes de terror, e hoje, dia 13, um filme peruano, continuação de uma produção de 2013, o peruano Cemeterio General e 2: Juego Siniestro.
...
De forma inteligente, acompanhamos os desdobramentos após as mortes do filme anterior, mas com um roteiro cuidadoso que isenta o público de ter assistido a primeira parte. Tudo que precisamos saber é mencionado sem didatismos ou de forma forçada.
...
E então descobrimos que as mortes ocorridas na cidade de Iquitos vão muito além de fantasmas. Seitas satânicas, tabuletas de ouija que funcionam como portais, e ate uma participação especial do ator imortalizado como Senhor Barriga.
...
Claro, temos uma construção cheia de clichês como a música alta, gritos e sustos, mas são bem colocados e coordenados, várias vezes fui pego de surpresa. Mas o grande prêmio vai para o ator que interpreta Júlio, um garoto de dez anos que mesmo sem poder falar, é extremamente expressivo, dá um banho em muito ator premiado.
da medo do quão ruim é...........
Segue o padrão dos filmes do gênero mas com a mistura de vários elementos temáticos (assombração, satanismo e ouija). Nada contra os jumps scares, mas eles são usados de forma tão excessiva que quando eles ocorriam não me faziam ter a menor reação.
Nota: 6.5.