Selma (Zoé Adjani), de 17 anos, vive em uma família burguesa e secular berbere na França. Quando ela conhece Julien (Louis Peres) na faculdade, ela percebe pela primeira vez o impacto das regras patriarcais em sua intimidade.
É uma obra que toca em temas bem interessantes e necessários, mas sofre para sair da superfície. Tenta passar uma mensagem de libertação, mas acaba apenas sendo um retrato da frustração da mulher nas sociedades patriarcais. O desenvolvimento do roteiro é contido, o filme não é ruim, pelo contrário, é bom, mas é deveras apagado e a sensação é que nunca alcança todo seu potencial. Destaque para a atuação da personagem principal, simplesmente consegue passar o que está sentindo sem precisar falar.
Confesso que esperava um pouco mais,mas o que vi não me desagradou.
A pior pessoa do filme é um liberal na economia e conservador nos costumes
Produção franco belga argelina ,com certo cuidado estético que além do choque cultural acaba sendo a tônica do longa.
É uma obra que toca em temas bem interessantes e necessários, mas sofre para sair da superfície. Tenta passar uma mensagem de libertação, mas acaba apenas sendo um retrato da frustração da mulher nas sociedades patriarcais. O desenvolvimento do roteiro é contido, o filme não é ruim, pelo contrário, é bom, mas é deveras apagado e a sensação é que nunca alcança todo seu potencial. Destaque para a atuação da personagem principal, simplesmente consegue passar o que está sentindo sem precisar falar.
13.11.2021