Sempre vibrei assistindo às grandes premiações, especialmente o Oscar, mergulhando na grandiosidade e na arte que o cinema representa. Entre meus diretores favoritos estão verdadeiros mestres como Roman Polanski, Jean-Jacques Annaud, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola, cujas obras marcaram profundamente minha visão cinematográfica.
Tenho um fascínio especial pelo cinema mudo — a genialidade de Buster Keaton, o brilho incomparável de Chaplin e o magnetismo de Louise Brooks me encantam profundamente. Também sou completamente envolvida pelo expressionismo alemão, com destaque absoluto para O Gabinete do Dr. Caligari, uma obra que considero simplesmente inesquecível.
Minha admiração se estende ao cinema italiano, com a poesia visual de Federico Fellini e a elegância de Franco Zeffirelli, além de obras marcantes como O Último Imperador, de Bernardo Bertolucci, que considero uma experiência cinematográfica poderosa e inesquecível.
É um bom filme, tem uma previsibilidade desde o inicio, mas ainda sim vale a pena, embora não se aprofunde nas relações de amadurecimento.