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Data de lançamento
5 Fev. 2026Duração
Kátia Klein é uma autora bem-sucedida de best-sellers infanto-juvenis autobiográficos que enfrenta uma crise criativa às vésperas da entrega do seu novo livro, ao mesmo tempo em que vive a descoberta da falência do seu casamento e administra o acúmulo das demandas dos filhos e dos pais. Sobrecarregada e em busca de alívio, ela mergulha em uma liberdade tardia, passando de uma simples taça de vinho ao total descontrole. Mesmo sabendo de seu histórico com alcoolismo, depois de 15 anos sem beber, Kátia acha que pode beber socialmente mas exagera na dose, e vai sendo gradualmente engolida pelos excessos do vício.
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(Des)controle 6.5/10
É uma produção que exala à Globo Filmes. Todo ar novelesco de problema de quem mora no Leblon perto do mar do filme gera uma confusão, principalmente na parte inicial sobre como ele quer abordar o sensível tema do alcoolismo, ora buscando até na comédia substância para construir um enredo mais denso. Carolina Dieckmann se esforça para entregar uma personagem forte. As cenas de embate com sua personificação bêbada não ficaram tão boas, mas pode ser compreendida como limitação de orçamento do filme.
Contudo, é um exemplar válido quando discute o tema de forma mais séria, como o vício corrói não só sua principal vítima como todos ao seu redor.
Gosto da entrega da protagonista, acho-a crível, enquanto composição de profissional aburguesada, nos mesmos moldes das Ingrid Guimarães na franquia DE PERNAS PRO AR (não por acaso, há uma menção metalingüística quanto a isso, no desfecho, ao se mencionar a venda dos direitos do livro da personagem). Não apreciei tanto as cenas de delírio ou a transição pouco inspirada entre os rompantes desvirtuosos de comédia e os flertes necessários com o drama, o que só piora com a exposição de um ritual religioso de endividamento. As aparições de Daniel Filho e Irene Ravache, como os pais da protagonista, atrapalham mais do que ajudam, bem como a coadjuvação ex-matrimonial de caco Ciocler (o que, convenhamos, deve ser proposital). É um roteiro que dá continuidade a algo recorrente nas comédias "populares" da Globo Filmes - a saber, a ode ao endividamento para além das posses, em viés instagramático. Os clichês de sempre, com um toque mais sério (mas que, paradoxalmente, não é levado a sério o suficiente). Poderia ser pior... Senti-me mal durante a sessão, por causa do filme, mas isso deve-se à alta dimensão de um problema mui pessoal, relacionado ao tema. As responsáveis pela obra tentaram (em chave classista, mas tentaram): isto é válido! (WPC>)
Filme nacional razoável, mas profundo!
A história aborda o tema alcoolismo e todas as nuances e os malefícios… as perdas, os riscos, as loucuras, a irresponsabilidade, o fundo do poço… as consequências!!
Ilustra o próprio “eu / diabinho” (a tentação), chamando o tempo todo pra beber (que eu acredito que deva ser assim mesmo), muito triste!
A dor na alma, de uma mulher que perde totalmente o controle da sua vida por causa do álcool, e a luta pra conseguir largar a bebida!!
Serve como alerta e reflexão para as pessoas!!
O quanto o alcoolismo pode destruir a vida de uma pessoa.
Descontrole, estrelado por Carolina Dieckmann, se apoia fortemente na atuação da protagonista, que entrega um trabalho sensível e convincente ao captar a complexidade da personagem. A narrativa segue de forma leve, o que contrasta com o peso do tema central, o alcoolismo, e acaba enfraquecendo o impacto em alguns momentos que pediam mais intensidade. Ainda assim, a condução é envolvente e mantém o interesse do público. O desfecho, porém, pode soar incômodo, com escolhas narrativas questionáveis que prejudicam a experiência. No geral, é um filme com bons momentos e uma mensagem relevante, mas que não atinge todo o seu potencial.
Previsível, sem profundidade no tema do alcoolismo, e com várias situações que você olha e fica "???". Mas é um filme assistível, principalmente por conta da atuação ótima de Carolina Dieckmann