Odeio filmes dublados
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Últimas opiniões enviadas

Odeio filmes dublados
6 dias atrás

Quem são as Guerreiras do K-Pop perto das Hex Girls?

Gostei muito e é triste que as animações atuais não conseguem resgatar o mesmo clima de mistério e diversão das animações antigas do desenho, mas fiquei o filme todo só pensando em uma coisa. Fiquei chocado como tudo aqui lembra o recente terror irlandês "Hokum - O Pesadelo da Bruxa (2026)". O tempo todo só pensava nesse filme.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

- Em ambos o protagonista é um escritor de terror recluso, as tramas se passam no outono, o escritor envolve terceiros pra desvendar um mistério em um local pacato. Em ambos a lenda local envolve uma bruxa ancestral que assombra locais históricos e possuem a reviravolta de que a bruxa é real e não apenas uma lenda urbana local e nas duas tramas a bruxa se revela uma força ancestral que só quer punir e não faz acordos com ninguém. Até o final é igual, em ambas as histórias o antagonista humano é punido e arrastado pro inferno pela bruxa.

Até mesmo a fisionomia e o visual do escritor são idênticos ao do filme Hokum, parece até uma versão em desenho dele:

• O Figurino "Sombrio Intelectual": Ambos adotam paletas escuras dominadas por golas altas, blusas pretas fechadas e jaquetas ou casacos pesados de inverno, projetando uma aura reclusa e misteriosa.

• Os Óculos de Armação Marcante: Os óculos de grau que Ohm usa no filme Hokum dão exatamente o mesmo ar acadêmico, sofisticado e ligeiramente arrogante que Ben Ravencroft ostenta aqui.

• A Postura Cansada / Sobrenatural: O cabelo escuro desalinhado e a fisionomia de quem passa noites em claro escrevendo sobre o macabro aproximam bizarramente os dois personagens.

São tantos detalhes parecidos entre as histórias que me fizeram perguntar se o diretor de Hokum não guardava uma pontinha de nostalgia por Scooby-Doo no coração.

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Odeio filmes dublados
1 semana atrás

Esse ano completa 60 anos desse especial de Dia das Bruxas que é muito mais que um simples especial, ele inaugurou na tv americana a cultura dos especiais de Halloween. Mas poucos perceberam que o fato dele não poder sair para pegar doces e nem ir pra festinha de Halloween por estar esperando "A Grande Abóbora" é na verdade uma sátira religiosa, retratando o que algumas crianças que foram criadas em algumas religiões passavam na década de 60 por não poderem fazer nada na data do Halloween, ah não ser ficarem paradas esperando ela passar.

Linus acredita piamente na Grande Abóbora, defendendo sua existência contra todas as zombarias e evidências contrárias. Linus resume sua postura em uma frase famosa: "Existem três coisas que aprendi a não discutir com as pessoas — religião, política e a Grande Abóbora. O próprio Charlie Brown classifica a obsessão do amigo como uma questão de "diferenças religiosas", equiparando a crença mítica ao Papai Noel ou a dogmas tradicionais.

A obra funciona como uma reflexão bem-humorada sobre a necessidade humana de acreditar no invisível e no impossível, mesmo quando o mundo ao redor prova o contrário. Mas por trás de toda a beleza da inocência infantil o especial mostra como ele caminha pro fanatismo e isolamento, perdendo até a sua namoradinha que não parava de o elogiar. Terminando tudo de forma abrupta com ele exaltado discutindo com seu amigo em tom de voz cada vez mais elevado. O final reforça o contraste entre Linus (que vive de ilusões reconfortantes) e Charlie Brown (que sofre com o azar constante, mas continua realista — e simplesmente se acostumou em receber só pedras em vez de doces).

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Odeio filmes dublados
2 semanas atrás

Ao mesmo tempo que é uma homenagem ao cinema de terror funciona também como uma crítica a Hollywood e sua necessidade infinita de remakes, sequências e prequels.

O filme ao mesmo tempo que crítica essa mercantilização da nostalgia feita pela indústria de cinema, parece querer entender a necessidade das pessoas quererem ver a mesma história várias vezes, as mesmas fórmulas prontas do cinema, como se as pessoas estivessem buscando no cinema viajar para o seu próprio passado para tentar entender fases de suas vidas de uma perspectiva diferente, como se tentassem extrair dessas obras um significado muito maior do que elas foram construídas pra terem.

Mas isso não é somente uma crítica pura e simples, mas a pura constatação que o público é o responsável por transformar lixo em arte, ressignificando o lixo comercial em obras libertadoras que transcendem seu significado original. E os executivos aqui da indústria tentam entender isso apenas pelo viés comercial e ficam perdidos em criar discursos requentados politicamente corretos em obras que foram feitas pra serem polêmicas e cruas, ou criar algo excessivamente comercial, o famoso mais do mesmo, tolhendo ideias e conceitos, como se duvidasse da capacidade intelectual do público de entender metalinguagens ou críticas sociais.

E o subtítulo "Adolescência, Sexo e Morte", ganha novo significado, pensamos que seria apenas mais um terror de acampamento com jovens fazendo sexo e morrendo, mas parece ser na verdade uma linha do tempo sobre as três etapas da vida de uma pessoa e como tudo está sempre se repetindo em ciclo infinito, por isso a cena final desse filme é tão emblemática e diferente. Como se o verdadeiro vilão também pudesse ser o próprio público ( por isso tem várias cenas que ela assume a mesma visão do monstro) que está enterrado no fundo do lago preso para sempre nessa obsessão de repetir o mesmo ciclo. E ele vai ressuscitar, mais uma vez.

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  • Filmow 3 semanas atrás

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • Laalala 1 ano atrás

    Vlw por aceitarr

  • Adorador Do Capeta 1 ano atrás

    referente a qual filme irmão "te odeio".