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Data de lançamento
25 Dez. 2025Duração
Uma fábula épica sobre a líder religiosa Ann Lee, fundadora do Movimento Shaker, que foi proclamada por seus seguidores como a versão feminina de Cristo e construiu uma das maiores sociedades utópicas da história americana, adorando por meio de canções e danças exuberantes.
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Musical de crente celibatário do krl! Bando de evangélico que enchia o saco no navio da galera só porque ainda não existia ônibus ou metro ainda! Hoje em dia votariam no Bolsonaro. O filme mostra como a religião é um crime contra as mentes infantis, a pobre menina, contaminada pela ideia religiosa de pecado, levou para sua vida pseudo-adulta uma ideia infantilizada e pecaminosa de sexo. Ainda por cima, contaminou a vida de todos otários que lhe deram ouvidos, destruindo assim, um dos pouco prazeres que temos na vida adulta e que, por tabela, garante nossa existência enquanto espécie. Gente chata do caramba esses crentes*@%$&.
Estava animada pra ver esse filme, ele até correspondeu um pouco da expectativa sim, pela história, mas o fato de ser musicalizado quebrou minhas pernas. E olha que eu gosto de musical, hein.
O filme ficou meio cansativo do meio pro final, porque ficou mais do mesmo, ela sempre em busca do reconhecimento. Achei as atuações boas, figurino e direção muito bons também. A história é interessante, como todo fanático religioso beira muito a loucura, isso eu gostei. Doido pensar que muito do sofrimento dela se deu pela sua experiência do feminino. O que um trauma pode mobilizar.
Recomendo ter paciência pra ver esse filme. rsrs
Gostei bastante. Fiquei pensando sobre a enorme repressão que as mulheres sentiam na época e como o ato de dançar permite se mexer e liberar o potencial reprimido. O Corpo pede alguma forma de expressão, a dança cumpre esse papel e vai além simbolizando liberdade, é perigoso se movimentar. Dançar era repreendido na Inglaterra, os policiais prendiam os participantes, só indo para longe foi possível encontrar espaço para se expressar. Adorei o filme.
Essa bizarrice conseguiu ser pior q musical.
O filme é muito bom, as músicas são lindas e as sequências musicais hipnotizantes.
Amanda em ótima atuação.
Nunca havia ouvido falar dos Shakers e de Ann Lee, achei a forma de adoração interessante e pregar a igualdade de gênero naquela época foi realmente revolucionário.