No tema do casamento, parece que ela tem uma ferida enorme aberta ali. É meio estranho de vê-la falando, as piadas e tiradas dela não tem graça. Quando ela fala com o ex, parece que tem um remorso ali gigante. Mas continuei pra ver qual era do documentário.
O próximo tema era tecnologia. Ela vai pro Vale do Silício falar um monte de coisa nada a ver mesmo, sério? Tem umas crianças mega inteligentes, o garoto fala que sabe programar e quer desenvolver um app e a resposta tosca dela é tipo "ah, que bom que você saca de tecnologia, tô há um tempão pra aumentar a fonte do meu celular, você consegue arrumar isso pra mim?". Ela conseguiu uma entrevista com um dos diretores da Netflix pra filmar o cara ensinando ela a falar Silicon Valley ao invés de Silicone. Terrível, cara. Mas continuei porque já era, bem dizer, 50% da série.
O terceiro tema era racismo. Valeu a pena a tortura de assistir até aqui porque esse episódio foi excelente. Aliás, aqui ela mostra que ela realmente consegue cutucar a ferida, ser extremamente sarcástica, mas ao mesmo tempo, trazer boas reflexões - menos quando ela está numa mesa conversando com convidados. Ali, ela é babaca demaisssss!
O último episódio é sobre drogas. E esse aqui abriu tanto gancho, pretendia abordar tanta coisa, que deixou várias pontas soltas. Por exemplo, começou falando sobre drogas recreacionais, drogas lícitas vs. ilícitas e foi parar no ayahuasca, numa abordagem mais religiosa e tal. Faltou uma revisada no roteiro e uns cortes. Com o roteiro desse episódio daria pra fazer uns dois ou três episódios mais lineares e coesos.
Documentário" dividido em quatro episódios de 1 hora e pouco cada um em que em cada episódio Chelsea fala de um assunto diferente, abordando questões, entrevistas e pontos de vista sobre Tecnologia, Casamento, Drogas e Racismo. Eu achei okay, nada de excepcional, algumas partes divertidas e pensamentos dos quais eu concordo mas em outras totalmente equivocado.
Traz um compilado de reflexões. A contribuição de experiência da Chelsea faz com que tenhamos uma noção profunda dos benefícios e malefícios das drogas... É quase um uso passivo, é uma sensação voyeurista.
A Chelsea em si parecia estar meio perdida dentro dos temas que ela mesma propôs.
No tema do casamento, parece que ela tem uma ferida enorme aberta ali. É meio estranho de vê-la falando, as piadas e tiradas dela não tem graça. Quando ela fala com o ex, parece que tem um remorso ali gigante. Mas continuei pra ver qual era do documentário.
O próximo tema era tecnologia. Ela vai pro Vale do Silício falar um monte de coisa nada a ver mesmo, sério? Tem umas crianças mega inteligentes, o garoto fala que sabe programar e quer desenvolver um app e a resposta tosca dela é tipo "ah, que bom que você saca de tecnologia, tô há um tempão pra aumentar a fonte do meu celular, você consegue arrumar isso pra mim?". Ela conseguiu uma entrevista com um dos diretores da Netflix pra filmar o cara ensinando ela a falar Silicon Valley ao invés de Silicone. Terrível, cara. Mas continuei porque já era, bem dizer, 50% da série.
O terceiro tema era racismo. Valeu a pena a tortura de assistir até aqui porque esse episódio foi excelente. Aliás, aqui ela mostra que ela realmente consegue cutucar a ferida, ser extremamente sarcástica, mas ao mesmo tempo, trazer boas reflexões - menos quando ela está numa mesa conversando com convidados. Ali, ela é babaca demaisssss!
O último episódio é sobre drogas. E esse aqui abriu tanto gancho, pretendia abordar tanta coisa, que deixou várias pontas soltas. Por exemplo, começou falando sobre drogas recreacionais, drogas lícitas vs. ilícitas e foi parar no ayahuasca, numa abordagem mais religiosa e tal. Faltou uma revisada no roteiro e uns cortes. Com o roteiro desse episódio daria pra fazer uns dois ou três episódios mais lineares e coesos.
Gostei dos temas e das formas de abordagem. Super interessante
Documentário" dividido em quatro episódios de 1 hora e pouco cada um em que em cada episódio Chelsea fala de um assunto diferente, abordando questões, entrevistas e pontos de vista sobre Tecnologia, Casamento, Drogas e Racismo. Eu achei okay, nada de excepcional, algumas partes divertidas e pensamentos dos quais eu concordo mas em outras totalmente equivocado.
Traz um compilado de reflexões. A contribuição de experiência da Chelsea faz com que tenhamos uma noção profunda dos benefícios e malefícios das drogas... É quase um uso passivo, é uma sensação voyeurista.
Gostei dos temas, mas achei a Chelsea um saco :(