Quando ela acorda do transe e olha para a hora, o padrão de grão de madeira no relógio forma claramente um crânio parcial.
No início do filme, Jenn (Kate Siegel) afirma que está esperando um motorista do Uber chamado "Viola" que chegará em 9 minutos; Viola é o nome da personagem que Kate Siegel interpreta em "The Haunting of Bly Manor".
Em algum momento do filme, eles mencionaram 'Projeto MK-Ultra'. Este projeto decorreu de 1953 a 1973 nos EUA. Envolveu o uso de certas drogas psicoativas combinadas com hipnose. Esses experimentos são considerados um fracasso e inúteis na prática.
Não chega a ser ruim, mas muito longe de ser comparado aos grandes filmes de outrora do cinema asiático, vai agradar uns e outros nem tanto, as explicações no final até se ao acabar o filme, pouco tempo depois já irá pro limbo dos filmes esquecíveis.
Achei a sinopse minimamente intrigante e, obviamente, o uso funcional da canção-tema fez com que a mesma ficasse grudada em minha mente, por muito tempo após a sessão. Entretanto, o desenvolvimento da temática é muito assemelhado aos filmes de terror 'pop' à la Kevin Williamson: tudo muito rasteiro, mas, ao mesmo tempo, divertido. O elenco juvenil é muito bonito e os efeitos especiais possuem um charme sádico. Mas a obsessão dos sul-coreanos pela manutenção do 'bullying' é devastadora. É um problema sociológico, portanto, não um mero mote para esse tipo de produção! :( - WPC>
Quando ela acorda do transe e olha para a hora, o padrão de grão de madeira no relógio forma claramente um crânio parcial.
No início do filme, Jenn (Kate Siegel) afirma que está esperando um motorista do Uber chamado "Viola" que chegará em 9 minutos; Viola é o nome da personagem que Kate Siegel interpreta em "The Haunting of Bly Manor".
Em algum momento do filme, eles mencionaram 'Projeto MK-Ultra'. Este projeto decorreu de 1953 a 1973 nos EUA. Envolveu o uso de certas drogas psicoativas combinadas com hipnose. Esses experimentos são considerados um fracasso e inúteis na prática.
Muito abaixo dos filmes coreanos dos últimos anos, além disso o tema não ajuda muito.
Não chega a ser ruim, mas muito longe de ser comparado aos grandes filmes de outrora do cinema asiático, vai agradar uns e outros nem tanto, as explicações no final até se ao acabar o filme, pouco tempo depois já irá pro limbo dos filmes esquecíveis.
A impressão que se tem é total de estar assistindo um terror teen americano genérico e não uma produção sul coreana.
Achei a sinopse minimamente intrigante e, obviamente, o uso funcional da canção-tema fez com que a mesma ficasse grudada em minha mente, por muito tempo após a sessão. Entretanto, o desenvolvimento da temática é muito assemelhado aos filmes de terror 'pop' à la Kevin Williamson: tudo muito rasteiro, mas, ao mesmo tempo, divertido. O elenco juvenil é muito bonito e os efeitos especiais possuem um charme sádico. Mas a obsessão dos sul-coreanos pela manutenção do 'bullying' é devastadora. É um problema sociológico, portanto, não um mero mote para esse tipo de produção! :( - WPC>