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Data de lançamento
12 Out. 2021Duração
Jake Wheeler é um jovem solitário vítima de bullying na escola e que sofre com o pai abusivo. Depois de encontrar um boneco Chucky muito antigo em um bazar de quintal, ele não esperava as atrocidades que iria desencadear. Rapidamente, o boneco passa a cometer uma série de assassinatos brutais, aterrorizando a pequena comunidade local de Hackensack. Enquanto isso, diversos segredos dos moradores são expostos publicamente, causando um verdadeiro caos. Aos poucos, Chucky e Jake acabam criando um forte laço e o boneco vê no jovem um pupilo em potencial que pode dar continuidade a sua jornada de terror. A trama ainda traz informações inéditas sobre o passado de Chucky como o assassino Charles Lee Ray, desde sua complicada infância até a adolescência.
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Como comentei nos filmes da franquia, Chucky sempre foi um reflexo das tendências do terror de sua época. Desde o slasher sobrenatural do final dos anos 1980 às reimaginações e remakes dos anos 2000. E, com a moda das séries, era cristalino que teríamos uma série do Chucky, com resultados... bem, a série não é ruim, mas também não é muito boa. É legal, funciona na maior parte do tempo, o humor funciona, a parte do terror acho que poderia ser um pouco melhor (talvez falte suspense) e até funciona como uma continuação da franquia (a segunda temporada, que estou terminando, se destaca mais nisso). Respeita o legado e o personagem, embora, no fim, não vejo nada que justifique realmente ser uma série e não um filme. Digo, fica evidente que o material foi dilatado. Algumas coisas aqui são extremamente repetitivas, destaque para a trama do Júnior e do pai dele obcecado pela treinamento, repetitivo a um ponto quase absurdo. E, assim, não é como se o tempo maior de tela servisse para desenvolver algo mais rebuscado, já que esse desenvolvimento poderia ser feito de forma satisfatória em um filme. Agora, uma análise dos episódios:
1 – Death By Misadventure: Achei esse primeiro episódio bem fraquinho. Tem uma ou outra surpresa aqui e ali mas no geral personagens e conflitos desinteressantes ou óbvios. Mas, não está tão perdido assim, pode ser que a série acabe engrenando. Nota: 7.
2 – Give Me Something Good To Eat: Esse aqui já achei melhorzinho. A presença do Chucky agora revelada melhora muito o episódio. As melhores cenas do episódio são aquelas dos diálogos do Chucky, como a cena dela jogando videogame com a menina ou a cena do “homicida sim, homofóbico nunca” kkkkkk. Já tivemos umas mortes melhores do que do primeiro episódio. Nota: 8.
3 – I Like To Be Hugged: O flashback foi o ponto mais interessante do episódio. Essa trama do protagonista sendo corrompido pelo Chucky para se tornar um assassino não me convenceu muito e espero que não renda, embora eu ache que vai perdurar temporada afora. E que protagonista sonso, nem para ele ir para junto de outras pessoas para ter um álibi. Nota: 8.
4 – Just Let Go: Ah, claro, a união entre inimigos contra um inimigo comum. É um episódio legal, embora esparesse que fosse o melhor da temporada por ser um episódio de hospital, mas o segundo ainda é o melhor até aqui para mim. Toda aquela cena na mansão quase estraga o episódio. E, sério, pessoal saiu todo sequelado do incêndio, o que esse povo arrumou? Exceto, claro, a Lexy, que por algum motivo estava DO LADO do foco do incêndio e saiu totalmente inteira. Aliás, nem mostra como ela escapou do Chucky. Nota: 8.
5 – Little Little Lies: Achei a cena do porão do hospital meio ruim. O episódio até desenvolve mais os personagens, mas não achei um episódio tão bom assim. A parte do flashback é legal (melhor que o do anterior) e a trama do Junior e o pai dele é repetitiva, o cara só sabe falar de esporte. E é aqui que DO ABSOLUTO nada a série deixa um pouco de ser o que era e vira uma continuação da franquia do Chucky, trazendo a trama (da qual eu nem lembrava) de A Maldição de Chucky e o Culto de Chucky de volta. Nota: 7.
6 – Cape Queer: Andy volta de vez para a franquia e de brinde com a babá do segundo filme, mudando o tom da série como comentei no episódio anterior, virando uma continuação da franquia misturando um pouco com a nova trama da série. Achei que eles exterminaram os Chuckys de forma bem fácil (nem lembrava dessa trama dos vários Chuckys). E esses personagens morrem que ne moscas. O flashback desse aqui foi meio sem graça, também. Nota: 7.
7 – Twice The Grieving, Double The Loss: Meu Deus, o pai do Júnior é o maior panguão, já era um personagem irritante, agora que está lerdão então... E o Andy deixando a babá para trás sem mais nem menos? Nem se esforçaram para justificar essa ação aleatória dele. A prefeita tem se mostrado uma personagem interessante até. O plano de Chucky finalmente é revelado e não é algo que eu tinha previsto, embora desde o início eu imaginasse que fosse um plano dele. E não gostei tanto assim dessa interação do Chucky com o Júnior. Nota: 7.
8 – An Affair To Dismember: O último episódio da temporada tem uma boa contagem de mortes, muita ação, mas não é tão extraordinário. O Andy sobreviveu à explosão porque sim. A cena do Júnior e a Lexy discutindo não tem sentido nenhum com a montagem do resto do episódio e com as cenas do filme do Frankenstein no telão (é, e nenhum dos dois escutou a gritaria das mortes no cinema). Pelo menos temos uma participação rápida da boneca da noiva do Chucky (em que momento Tiffany separou a alma dela em duas eu não me lembro). E, no fim, todo aquele flashback era para ter a reviravolta de que foi a Tiffany a responsável por dedurar o Chucky à polícia o que fez com que ele transferisse a alma dele para o boneco. Não sei se gostei muito dessa reviravolta mas ok. Nota: 8.
Nota: 7.5.
Eu amo o Chucky, ele fez parte de minha infancia. Gosto da serie, e gosto como ela conta sobre a origem de Charles Le Ray, tambem eh muito bom rever os atores do primeiro filme agora adultos. So uma perguntinha geral ai, mais alguem nao gostou do novo ator mirin principal? Pra mim ele eh muito sem sal, tem umas historias muito sem graca e o pior de tudo, ele tem uma cara de quem sempre esta "cheirando coco", sempre com o a expressao de nojo, hehehehehehe sei la , talvez foi so eu mesmo.
on point
Cansada de ver filmes "cabeça" propostos por cursos online de cinema, quis ver uma bobagem. E já que fui criança nos anos 80, escolhi essa série.
A primeira temporada é boa. O que me prendeu no início foram as cenas de bullying pesadíssimo, já que minha filha sofreu com isso. O pior é que, embora a Lexy tenha sido desumana, no início, com o Jake,
achei-a icônica dançando eletrocutada na festa.
Bem melhor do que os ultimos filmes, tras um humor legal, cenas e trema interessante, apesar de não inovar muito.