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Data de lançamento
18 Junho 2015Duração
"Cidades de Papel" é uma história sobre amadurecimento, centrada em Quentin e em sua enigmática vizinha, Margo, que gostava tanto de mistérios, que acabou se tornando um. Depois de levá-lo a uma noite de aventuras pela cidade, Margo desaparece, deixando para trás pistas para Quentin decifrar. A busca coloca Quentin e seus amigos em uma jornada eletrizante. Para encontrá-la, Quentin deve entender o verdadeiro significado de amizade – e de amor.
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Lembro ter sido um dos filmes mais intensos e aconchegantes que vi durante minha adolescência. Hoje fui vê-lo novamente e os paralelos são inevitáveis. Não lembrava de nenhuma cena, como se nunca tivesse assistido anteriormente. Foi como visitar novamente alguém que eu não conhecia: meu eu mesmo de 15 anos. Um filme que é capaz de fazer isso não pode ser ruim. Excelente!
Embarquei nessa aventura, me prendi à história, me emocionei e cheguei a refletir sobre minha própria vida; por fim, depois de refletir bastante... Sempre o mesmo mal me atinge: se amo, o mal vence; se sumo, ele ganha de novo. Será que existe uma forma de ele não ganhar? E se apenas deixarmos o caos rolar? Uma dica: assista querendo ver como se fosse o filme que irá mudar sua vida, tenha vontade de assistir e verá o que espera <3
Uma grata surpresa que assisti no cinema em 2015. Revisto em 2026. Dvd da minha coleção.
Por um impulso gnosiológico (no afã por entender os interesses das novas gerações), li o romance original, mesmo sabendo que desgosto do estilo de John Green. Ou melhor, da falta de estilo: o que há, em seus livros, é um pretexto romântico forçado e diversos elogios classistas relacionados, em que personagens adolescentes gastam à vontade, enquanto reclamam de seus pais e criam desafios para si mesmo, geralmente relacionados a viagens. Terminei em menos de uma semana, pois, de alguma maneira, ele consegue instigar alguma curiosidade, atrelada à assunção de idiotia de seus personagens. Vi o filme, para comparar (e evitando fazer comparações, ao mesmo tempo), ciente de que desgostaria. Mas enfrentei, junto à minha mãe, que achou o entrecho boboca. Gostei da personificação de Nat Wollff, mas senti que Cara Delevingne não faz jus ao que se espera dela, o que é, em primeiro plano, o tema do enredo. Ocorre que, na prática, o que é estimulado é exatamente o contrário: o elã por liberdade levado a cabo pelos personagens só funciona se houver alguém que financie monetariamente os seus caprichos, conforme acontece no mote do desfecho, em que passa-se mais de vinte horas numa viagem de automóveis, organizada de um dia para o outro, como se fosse a situação mais normal do mundo. Austin Abrams traduz muito bem os alvoroços dos personagem Ben, ao passo que as motivações para os atos dos garotos são eventualmente modificadas, sem que isso comprometa a fidelidade da adaptação. Exceto quando toda a lógica investigativa associada ao poema de Walt Whitman é reduzida a um mero pantim. As filiações literárias de Margo são eliminadas. A sua ode enquanto garota popular converte-se nalgo progressivamente contraditório e até mesmo imbecilizado, quando se descobrem os motivos para a sua vingança "aventureira, para a qual arrasta Quentin para o que ele define como "a melhor noite de sua vida". Não há muito sentido ou verossimilhança, mas um compêndio de clichês desejados pelo público-alvo, que deseja sonhar com o empoderamento de uma rapariga que ousa rejeitar os ideais de casamento e carreira que desejam para ela. É um filme que só funciona para quem acredita na adoção das fases desenvolvimentistas que caracterizam a educação bancária estadunidense. Ri com a participação de Ansel Elgort, sem medo de ser ridículo. Elogio a entrega de Justice Smith à sua interpretação. Mas é um filme ainda pior do que o livro já era - e/ou não é para mim, pura e simplesmente. Acontece, fazer o quê? O dinheiro foi para os cofres dos estúdios hollywoodianos! (WPC>)
Um filme de comédia romântica-drama adolescente delicioso, que nos remete a adolescência, com nossos questionamentos, dúvidas e temores, a química dos personagens nos leva a imersão, no clima que vislumbra o mistério, comédia salpicada, flerta com o romance. Trilha sonora deliciosa, melancólico e quase sombria.
"Talvez nem todos ganhem loteira, mas isso não significa que não pode ter aventuras incríveis e conhecer pessoas extraordinárias, e criar memorias indeléveis, o segredo é perceber isso"