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Duração
Simon, um diretor experiente, começa a rodar um filme sobre a luta dos trabalhadores para salvar sua fábrica. Mas nada sai como planejado. Sua produtora deseja reescrever o final, sua equipe entra em greve, sua vida pessoal está em ruínas; e para piorar as coisas, o ator principal é um desagradavel egocêntrico. Joseph, um jovem que deseja entrar na indústria do cinema, aceita dirigir o making of. Ele leva seu papel muito a sério e começa a capturar toda a confusão, provando que o making of pode às vezes ser bem melhor que o próprio filme!
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Novo trabalho do diretor francês, que é ator e roteirista também, Cédric Kahn, o mesmo de ‘Vida selvagem’ (2014) e ‘A prece’ (2018). Exibido no Festival de Veneza, a inteligente comédia dramática francesa, voltada para o público mais cinéfilo, integra a programação da 3ª. Mostra ‘Amor ao Cinema’, do Sesc SP, e pode ser assistida gratuitamente no Sesc Digital. Criativo, com pura metalinguagem, o filme narra as adversidades de uma equipe de filmagem no set de gravação. Um diretor experiente, porém estressado e com problemas familiares, tenta terminar de rodar um filme sobre a luta de trabalhadores para evitar com que a empresa feche as portas. Problemas técnicos, desentendimento dos atores – que resolvem fazer uma greve no meio das gravações, e mudanças no roteiro por parte dos produtores adiam o término... O prazo é curto, e o diretor enlouquece. Até que entra em cena um jovem cineasta que se prontifica a criar o making of daquele filme. Com seu olhar clínico, capta aquela agitação toda que está acontecendo ao redor, que nunca permite a finalização das gravações. O grupo percebe então que o making of está se saindo melhor que o filme original. Com um elenco afiado – Denis Podalydès, Souheila Yacoub, Emmanuelle Bercot, Xavier Beauvois e Valérie Donzelli são alguns, o filme é uma celebração ao modo de se fazer cinema, que serve como sátira e com resultado extremamente curioso. Mais um filme de Kahn (que já veio ao Brasil, e na oportunidade, anos atrás, o entrevistei) que gostei e recomendo. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot
Gosto dos filmes de comédia franceses, sempre vem com um crítica social embutida.
Cédric Kahn até tenta fazer um fime metalinguístico aqui, mas com personagens de zero carisma fica difícil, e mais difícil ainda a salada que o roteiro faz. As únicas boas cenas são as iniciais mesmo, inclusive com tomadas do alto. Após isso, um monte de diálogos desperdiçados e conflitos muito nada a ver (aquela história de que alteraram o roteiro ficou intragável). Fora uma ou outra tirada (não estamos nos EUA) não resta muita coisa a fazer, e a sensação que temos é que o projeto do filme em si é uma bomba.
O filme já lançou ademirs