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A história se passa na Argentina de hoje, um país abatido pela miséria, a violência e a corrupção. Duas mortes detonam a história. A primeira é a do juiz Costa Makantasis (Héctor Alterio), que se atira do terraço do Palácio de Justiça. Na mesma noite do aparente suicídio, a jovem Ana Muro (Leticia Brédice) aparece morta na casa do juiz, com 15 punhaladas. Imediatamente, os três filhos do juiz morto assumem a autoria pelo assassinato de Ana. Cabe a uma juíza ( Cecília Roth) descobrir a verdade
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Disponível no Disney+, "Cenizas del paraíso" não é só sobre crime ou julgamento. É sobre como relações íntimas podem se tornar terreno de conflito e ambiguidade. O filme deixa uma sensação incômoda, como se a verdade nunca pudesse ser totalmente alcançada, apenas reconstruída a partir de fragmentos. @filmow
Um thriller razoável.
Parece que vai prender a atenção, tem alguns bons momentos, mas não fecha de forma muito interessante.
Produção argentina que é um drama de suspense policial. Chegou a ser cogitado na apresentação oficial da Argentina para a categoria de melhor filme estrangeiro do 70º Oscar em 1998, mas não recebeu uma indicação ao prêmio. Este foi o 3° de 9 filmes dirigidos por Marcelo Piñeyro.
Enquanto Alejandro e Ana fazem o cenário fotográfico de estrelas e planetas, uma música está tocando ao fundo que pode ter relevância: é "Cancion para una mujer que no está" ou "Canção para uma mulher que não está lá', de Vox Dei, que foi gravado em 1971, anos antes do filme ser feito. Vale pela presença dos veteranos Hector Alterio e Cecila Roth, além da bela e sensual Leticia Bredice.
Thriller 'estilo americano' com enredo complicado. Um thriller de assassinato/crime sexy e intrigante feito na Argentina com uma narrativa interessante e completa de uma estória que vai sendo revelada aos poucos através de flashbacks, exceto um pouco de pressa na abertura.
tem uma boa trama de suspense com uma tragédia em família, fotografia e trilha sonora boas, algumas situações são banais mas mesmo assim é um bom filme, Cecilia Roth está ótima.
O que mais me impressiona no cinema do Marcelo Piñeyro é a sua segurança genérica, a firmeza com que ele transita por vários gêneros cinematográficos e dota-os com especificidades argentinas que soam inevitável e positivamente políticas. A narração entrecortada é excelente, o elenco é ótimo, Leticia Brédice é encantadora e o desenlace tramático revela o quanto o cineasta é coerente em relação às suas obras anteriores e posteriores. Muito bom! E ainda toca "Connection", do Elastica, numa cena-chave (risos) (WPC>)