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Duração
Num futuro não muito distante, as cidades são rigidamente controladas e o acesso só é possível por meio de pontos de checagem. As pessoas não são autorizadas a viajar a não ser que possuam o salvo-conduto, um seguro especial de viagem. Fora dessas cidades o deserto tomou conta, com os cidadãos sem seguro sendo segregados em bairros pobres. William (Tim Robbins) é um homem casado que trabalha como investigador de seguros. Quando sua empresa o envia para uma outra cidade para resolver um caso de salvo-condutos forjados, ele encontra Maria (Samantha Morton). Apesar de descobrir que Maria é a culpada pelas fraudes, ele se apaixona por ela. William volta para casa sem denunciá-la, mas não a esquece. Porém, quando o salvo-conduto forjado provoca uma morte, ele é obrigado a retornar à cidade para reencontrar Maria.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Amei a direção de arte do filme, essa vibe anos 2000 apocalíptica com essas tecnologias da época que até hoje não existem kkk t
em muitas coisas no filme que não são explicadas em relação às regras sociais desse futuro, que seria interessante saber. E realmente é meio bizarro ele quebrar o código de ética do trabalho dele e trair a esposa com uma garota que ele conheceu em um dia, mas enfim né, homens.
A ideia do filme é muito boa, é bem gravado, mas eles focam mais no romance do que em desenvolver esse universo futurista mais profundamente. Mas também achei bonito as cenas de romance, mas enfim, se ele tivesse usado camisinha nada tinha acontecido kkkk
08.04.2006
Interessante mas achei a ideia boa e mal aproveoitada. Só não entendi mesmo a necessidade
daquela cena em que ele tira a roupa dela e fica mostrando na tela o pepecão por meia hora, sério mesmo, não entendi a razão disso.
Apenas uma ideia, nada mais, parece um documentário com romance barato, perda de tempo, atuações insonsas, pois o filme também não colabora...
Na revisão, entendi o porquê de eu não lembrar quase nada desta trama: o diretor parte de uma premissa enredística interessante, mas fica muito mais preocupado em emular cacoetes estilísticos de Wim Wenders ou Ken Loach que em efetivamente cotar uma história ou construir um universo distópico-denuncista. Gosto do elenco, gosto da direção de arte, mas a forçação de barra quanto àquela paixonite súbita, que aparentemente motiva o desrespeito do protagonista às suas funções empregatícias, não sustenta aquele desfecho xaroposo, sem emoção, acompanhada por uma canção do Coldplay que envelheceu muito, muito mal... (WPC>)