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Data de lançamento
29 Junho 1984Duração
Para que a rainha Taramis, cumpra a promessa de trazer a amada de Conan, Valeria, do mundo dos mortos, terá de cumprir uma perigosa missão da qual faz parte a princesa Jehnna. Mas o que ele desconhece é que Taramis, ordenou que, após a missão cumprida, Conan, deve ser morto e a virginal princesa deve voltar para então ser sacrificada ao deus demônio Dagoth.
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Tem clássicos que o melhor a fazer é deixar na memória, não tem jeito.
Esse filme tem cenas de dar vergonha alheia, mas que são momentos que ficaram gravados na memória afetiva dos saudosos anos 80, a época em que a gente aceitava ser enganados de boas.
Essa revisão eu não pretendo fazer novamente :)
Conan the Destroyer (1984), no Brasil Conan, o Destruidor, é bom, e confesso que eu achei superior ao primeiro, me prendeu mais. Achei o elenco muito bom, o "time" montado ao redor de Conan é de bons guerreiros, cada um com suas habilidades, e os atores são competentes, mas senti falta do Subotai (Gerry Lopez) do primeiro filme. Essa vaga foi meio coberta por Malak (Tracey Walter), que é um ótimo coadjuvante: é engraçado, e tem uma voz peculiar que ajuda no alívio cômico.
O time ganha reforços marcantes: Zula (Grace Jones), guerreira feroz e habilidosa com lança, traz intensidade crua e complementa Conan nos combates; Akiro (Mako), o feiticeiro sábio, oferece suporte místico e sabedoria; Bombaata (Wilt Chamberlain), o gigante guarda-costas, cria tensão com sua força imensa
e lealdade dúbia
E a Princesa Jehnna (Olivia d'Abo), ingênua e em amadurecimento, dá vulnerabilidade e motivação emocional à trama — ela tá muito linda, com uma beleza inclusive à frente do seu tempo, passaria facilmente como uma garota dos tempos atuais, fiquei surpreso com a beleza atípica para uma americana,
é um completo neném.
O suspense com André The Giant como Dagoth foi bom: fiquei o filme inteiro esperando uma entrada grandiosa,
mas ele fantasiado me frustrou um pouco (achei que apareceria de cara limpa),
No geral, o filme acerta com tom mais leve, humor, ação variada e elenco carismático, tornando a aventura mais divertida e envolvente pra mim.
Assistido em 26/02/2026
Visto em 01/02/2020, revisto em 26/01/2025.
Mesmo sendo uma aventura ainda bem divertida, com personagens cativantes e boas cenas de ação, ainda é uma sequência que está muito longe de se aproximar do original. Acho que rever logo depois de rever o original me fez perceber isso.
Achei bem melhor que o primeiro
unico reino, rainha propia, e por consequencia, regras de conduta inegociaveis junto aos reinos antigos sumerios, os quais por obstante de guerras a degladiados, assim movia se o destino de todos afins de quem permaneceria acima de sete palmos de terra, restando a outros, estar se bastante sete palmos abaixo dela, ou como sacrificios de sangue antropofagicos aos deuses demonios aliado a demais criaturas mitologicas a contento, de forma que o aqiu protagonista das lendarias REVISTAS em quadrinhos dos anos 80 intitulado " A ESPADA SELVAGEM DE CONAN ", mas desta vez migrando para a setima arte onde viva e morte tambem fez se presente por intermedio desta apenas MEDIANA sequencia da adaptação homonima ha exatos 41 anos, assim como DANEM SE opiniões divergentes, conforme aqui aferir bem ? pouco fugirá do que ja conhecemos deste personagem pouco explorado pelas industria marvel comics como em geral sua qualidade independente o deveria, em outras palavras, periodos mediaveis da historia mundial o qual quer concorde se que nao, tambem faz parte no sentido de contribuir para o que hoje o somos na modernidade, em outras palavras a quem interessar ou nao possa, vale pela pagada roteristica alá anos 80, que contudo nada o qual " destrua " com meritos o desinteresse eventual alheio em nao conceder lhe a oportunidade audio visual propiamente dita, se e´que porventura ou nao me entendem, e fim de papo. " O Destruidorsisticamente " TRES ESTRELAS.