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Data de lançamento
29 Junho 1984Duração
Para que a rainha Taramis, cumpra a promessa de trazer a amada de Conan, Valeria, do mundo dos mortos, terá de cumprir uma perigosa missão da qual faz parte a princesa Jehnna. Mas o que ele desconhece é que Taramis, ordenou que, após a missão cumprida, Conan, deve ser morto e a virginal princesa deve voltar para então ser sacrificada ao deus demônio Dagoth.
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Conan, O Destruidor 6.5/10
É significativamente inferior ao Conan de 82 em quase todos os aspectos. A trama é bem simples e desenha desde o princípio o que vai acontecer. O filme nem tenta se utilizar de um plot twist que eu penso que faria muito bem ao todo. O senso de aventura e violência é diminuído principalmente para dar lugar a mais cenas de comédia, inclusive nas batalhas.
Schwarzenegger reprisa o papel sem muitas novidades mas agora conta com um grupo maior de sidekicks, destaque para a atriz que mais tarde faria a irmã de Kevin em Anos Incríveis fazendo a "mocinha em perigo". Ah, o filme tem também a atriz que interpretou a Ursula dos filmes originais do Superman.
Ainda assim, eu considero um trabalho esforçado. E os cenários e efeitos práticos dão substância a aventura que acaba divertindo, por mais que não resgate o primor do filme original.
Tem clássicos que o melhor a fazer é deixar na memória, não tem jeito.
Esse filme tem cenas de dar vergonha alheia, mas que são momentos que ficaram gravados na memória afetiva dos saudosos anos 80, a época em que a gente aceitava ser enganados de boas.
Essa revisão eu não pretendo fazer novamente :)
Conan the Destroyer (1984), no Brasil Conan, o Destruidor, é bom, e confesso que eu achei superior ao primeiro, me prendeu mais. Achei o elenco muito bom, o "time" montado ao redor de Conan é de bons guerreiros, cada um com suas habilidades, e os atores são competentes, mas senti falta do Subotai (Gerry Lopez) do primeiro filme. Essa vaga foi meio coberta por Malak (Tracey Walter), que é um ótimo coadjuvante: é engraçado, e tem uma voz peculiar que ajuda no alívio cômico.
O time ganha reforços marcantes: Zula (Grace Jones), guerreira feroz e habilidosa com lança, traz intensidade crua e complementa Conan nos combates; Akiro (Mako), o feiticeiro sábio, oferece suporte místico e sabedoria; Bombaata (Wilt Chamberlain), o gigante guarda-costas, cria tensão com sua força imensa
e lealdade dúbia
E a Princesa Jehnna (Olivia d'Abo), ingênua e em amadurecimento, dá vulnerabilidade e motivação emocional à trama — ela tá muito linda, com uma beleza inclusive à frente do seu tempo, passaria facilmente como uma garota dos tempos atuais, fiquei surpreso com a beleza atípica para uma americana,
é um completo neném.
O suspense com André The Giant como Dagoth foi bom: fiquei o filme inteiro esperando uma entrada grandiosa,
mas ele fantasiado me frustrou um pouco (achei que apareceria de cara limpa),
No geral, o filme acerta com tom mais leve, humor, ação variada e elenco carismático, tornando a aventura mais divertida e envolvente pra mim.
Assistido em 26/02/2026
Visto em 01/02/2020, revisto em 26/01/2025.
Mesmo sendo uma aventura ainda bem divertida, com personagens cativantes e boas cenas de ação, ainda é uma sequência que está muito longe de se aproximar do original. Acho que rever logo depois de rever o original me fez perceber isso.
Achei bem melhor que o primeiro