A produtora da CBS Mary Papes (Cate Blanchett) juntamente com o âncora Dan Rather (Robert Redford) suspeitam de que o presidente George W. Bush foi um dos muitos jovens privilegiados que usou os seus contatos para não combater na Guerra do Vietnã. Armando uma exposição, os dois pretendem levar a história ao ar, mas o fato só começa uma guerra entre o poder constituído na tentativa de tirar o crédito das informações, o que abala o emprego dos dois contratados da CBS, quase altera as eleições e quase leva toda a CBS News abaixo.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Um tipo de enredo chato que fala sobre os bastidores da política suja, e o jornalismo investigativo também não lá essas coisas, pois assim como na polícia existem de ambos lados os corruptos e os que trabalham para enxugar gelo prendendo para outros soltarem bandidos.
O jogo do poder, de quem pode mais é algo realmente bem complicado de se conviver em todo mundo.
Cate Blanchet muito bem em um bom filme de cunho jornalístico. Os primeiros 40 minutos são tensos e muito bem construídos, assim como o filme em geral, que não é profundo no caso, mas joga luz sobre o sistema político e corporativo dos EUA. 27/08/2024
O final é meio piegas mas no geral gostei bastante. Gosto bastante desses filmes com os bastidores do jornalismo politico
Política + jornalismo. Dois ramos importantes para nossa vida.
Os ataques aos jornalistas investigativos me lembraram aos ataques que os daqui sofreram quando certo governo estava por aí. Típico de extremista atacar a verdade e o mensageiro.
A Força auxiliar Guarda Nacional Aérea citada, talvez pela única vez em Hollywood.
#Bushcagão
Co-produção dos Estados Unidos e da Austrália da Sony Pictures. O filme foi baseado no livro de memórias da produtora de notícias Mary Mapes de 2005 "Truth and Duty: The Press, the President, and the Privilege of Power". O longa foi filmado em 8 semanas. O filme estava em desenvolvimento desde 2007.
William Devane como a voz do general Hodges no telefone não foi listado no elenco. O filme foi rodado na Austrália a pedido de Cate Blanchett, pois ela queria estar perto de sua família durante as filmagens. O ex-jornalista da CBS News Dan Rather elogiou o filme por seu retrato preciso dos noticiários da televisão. Ele gostou particularmente do retrato de Robert Redford dele, já que o ator não tentou uma representação. Estréia na direção de James Vanderbilt. Este foi seu único filme até o momento, já que ele se dedica mais como roteirista e produtor.
Apesar da falta de sutileza no tratamento de certas cenas, este drama biográfico conseguiu entregar as chaves para esta investigação muito sensível com várias reviravoltas que destruíram as carreiras de Dan Rather e Mary Mapes. É mais ou menos parecido com Todos os homens do presidente (76), embora bem inferior. Ele traz toneladas de questões interessantes sobre o jornalismo e suas profundas implicações. Não é muito meu estilo favorito de filmes, mas não deixa de ser um documento importante sobre parte da história do jornalismo investigativo americano.