Após a morte repentina de sua mãe, Ruth volta para sua cidade natal e reencontra o pai. Mas, diante do estranho comportamento dele, ela questiona o que realmente aconteceu.
Gostei muito. O foco não é o mistério em si mas a tendência de certas pessoas em ver as teorias da conspiração em fatos que podem ser normais, considerados isoladamente. Essa paranoia contra as farmacêuticas tem origem nos EUA no início do século, seguindo a epidemia de opioides que ocorreu lá no final dos anos 90, e é a gênese dos movimentos anti-vacina que foram desembocar por aqui na época da pandemia.
descobrimos que Martin era um lunático que acreditava em todo tipo de teoria conspiratória, mas ficamos na dúvida se ele havia matado a esposa, desconfiança que a filha carrega durante toda a narrativa.
Gostei muito. O foco não é o mistério em si mas a tendência de certas pessoas em ver as teorias da conspiração em fatos que podem ser normais, considerados isoladamente. Essa paranoia contra as farmacêuticas tem origem nos EUA no início do século, seguindo a epidemia de opioides que ocorreu lá no final dos anos 90, e é a gênese dos movimentos anti-vacina que foram desembocar por aqui na época da pandemia.
A premissa é boa, mas ao longo do filme fica confuso e não consigo desvendar o mistério!
Afinal, ele matou a esposa ou não?
Um filme que aborda a forma como teorias conspiratórias surgem e podem influenciar pessoas se propagando rapidamente pela internet.
A narrativa é arrastada, a protagonista Ruth (Stephanie Magnin) é um personagem antipático e egoísta que não consegue despertar empatia.
Martin (José Coronado) sempre uma presença marcante, não consegue salvar a narrativa que não empolga.
No final
descobrimos que Martin era um lunático que acreditava em todo tipo de teoria conspiratória, mas ficamos na dúvida se ele havia matado a esposa, desconfiança que a filha carrega durante toda a narrativa.
A paranóia da desinformação na era digital, tem gente que acredita que a Terra é plana, fazer o quê?
Está todo um conspirando, KKKKKK!