A viúva Magali (Béatrice Romand), de 45 anos, é uma produtora de vinho no sul da França. Isabelle (Marie Rivière), sua melhor amiga, resolve encontrar um novo marido para Magali: põe anúncio num jornal local e até encontra Gérald (Alain Lisbolt), um homem decente. No casamento da filha de Isabelle, Magali conhece Gérald. Mas o problema é que na mesma ocasião ela também conhece Étienne (Didier Sandre), um outro homem.
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Confesso que me agrada mais pela construção do universo de Rohmer do que propriamente da trama. O texto é bom, os personagens têm seu que de carisma, há um certo interesse mas também é inegável que algumas tomadas de decisão das personagens soem artificiais e rasas. O final é chocho que dói mas ainda sim mais um exemplar agradável do cineasta francês.
Da saga,esse consegue ser o menos inventivo de Rohmer.Muito pouco acontece e as protagonistas vivem desanimados acontecimentos dessa vez.Mas ainda assim,segue bem a linhagem dos contos anteriores.Os lugares visitados ainda são belos.
>Assistido em 24 de Junho de 2022
-Dou nota 8/10
passei nervoso com as atitudes bobas das coadjuvantes, então quando a protagonista se mostrava fechada eu também estava de mau humor e o final ficou artificial demais.
Foi o conto que eu mais gostei das quatro estações. Ri bastante, fiquei refletindo que há 20 anos atrás as pessoas colocavam anúncios no jornal quando queriam conhecer alguém (embora isso n fosse tão comum, mesmo na época), dai me peguei refletindo sobre o Tinder.
A amizade da Magali e da Isabelle é muito bonita.
É interesse acompanhar a Marie e a Beatrice nos filmes do Rohmer, a gente acompanha a Beatrice desde sua adolescência até os seus 40 e poucos anos e a Marie é quase o mesmo.
Algo esquisito é que o professor de filosofia tinha em torno da mesma idade que a Magali e ela se achava velha demais pra ele?? Esquisito um homem de meia idade só se interessar por suas alunas universitárias de 20 anos.
Maravilhoso! Eu diria que é não só o meu favorito da tetralogia, como o favorito de todos que já vi do Rohmer :)
Que privilégio acompanhar a Beatrice Romand através dos anos, acho impressionante como as personagens marrentas vem automaticamente pra ela hahahahah
Eu amei todas as reviravoltas e todos os pequenos-filmes dentro do filme.
Destaque pra Alexia Portal, uma beleza e um carisma absurdos. Achei curioso a personagem dela perceber, no final, qual era o lance do Étienne (de ser um cinquentão sem vergonha que só gosta de adolescentes rs). Por que ela se engana bastante, né? "Eu quem fui atrás dele", "A gente só começou quando eu estava na faculdade..." daí a Beatrice Romand manda a real, ela vê ele flertando com a outra menina e já era. Não esperava encontrar uma personagem jovem e consciente assim num filme do Rohmer hahah