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Data de lançamento
11 Abril 1955Duração
No Bronx vive Marty Piletti (Ernest Borgnine), um açougueiro italiano solitário com 34 anos que acha que nenhuma mulher vai se interessar por ele, apesar de sua mãe insistir que ele deve encontrar uma jovem para se casar. Numa noite de sábado, por insistência da mãe, ele vai dançar e conhece uma professora (Betsy Blair), que sente-se rejeitada como ele. Entre os dois surge algo que esperavam há muito tempo, mas ambos também são dominados por uma forte dose de insegurança, que pode prejudicar a relação.
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Trata de um tema tão universal e inerente ao ser humano que ainda consegue conversar com a audiência mesmo depois de tantas décadas de lançamento.
Um filme que me tomou bastante; tanto pela simplicidade do enredo quanto do roteiro (isso não quer dizer que foi ruim, simples, porém, bem feito). Nunca imaginei Ernest Borgnine num papel assim (aqui oscarizado) e está um charmoso gordinho italiano. Marty é um filme sensível, que fala sobre a solidão das pessoas que estão a margem da estética de beleza dos "padrões sociais". E fala sobre a busca de pessoas em comum que estão esquecidas pelos artefatos da estética corporal, tudo isso, num roteiro simples e delicado, com personagens carismáticos. Via este filme, porém, nunca tinha uma curiosidade em vê-lo. Me ganhou muito!
Apesar do final apressado, é um ótimo filme. Roteiro, cenário, fotografia, atuações, tudo feito com simplicidade mas muito bem executados.
Filme simples e muito bom de assistir com um sorriso no rosto, Marty é bem carismático, tímido, gente boa, trabalhador, mas pra fugir dos padrões de beleza não consegue um relacionamento, é fácil gostar e se indentificar com ele, sua família é um saco, seus amigos piores ainda, até que ele encontra Clara que também vive uma vida parecida com a dele e passa pelas mesmas questões, os dois passam conversando por uma noite inteira agradável como nunca tiveram, filme vencedor de 4 Oscars, melhor filme, direção, ator e roteiro.
Os feios também amam.