Depois de uma traição, Bruna se fecha com a sua dor. Em sua casa, as plantas deixadas pelo marido dão origem a uma estranha obsessão. Vida ou morte? Começar de novo ou continuar mergulhada em sua mágoa?
Prêmio do Público no PAMPIFITAS - Festival de Cinema da Pampilhosa em 2014
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Cultivando as pequenas mortes diárias até não restar mais espaço para a vida.
Ponto de partida simples, mas desenvolvimento excelente fiquei agoniado perante o morticínio vegetal em larga escala perpetrado pela mulher traída. Não obstante a suprema crueldade da obsessão da protagonista, o desfecho aparece como justificativa enredística muito válida: nalguns casos de protuberância dorida, é preciso matar para sobreviver. Dolorosa conclusão! (WPC>)