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É bem a cara do Jece Valadão: policial, dramático e carismático. Achei acima da média para a época. O filme é de 67 e tem uma nostalgia gostosa com Kisuco, Fusca e as viaturas “joaninha” da polícia. E a Leila Diniz está linda e muito bem no filme. O roteiro foi inspirado na história real do Mineirinho, que virou lenda urbana no Rio.
Claro que ele morre no final, mas o filme já deixa isso claro desde o começo e lembra bastante O Pagamento Final, com aquele clima de “quase...”.
Começa como um terror sobrenatural sobre crianças desaparecidas, mas aos poucos vai ficando mais interessante.
A “praga” era a tia Gladys, que na verdade era uma bruxa. O Alex vive preso num ambiente horrível, com os pais zumbizados, enquanto a "réia" usa objetos das crianças em rituais para tentar continuar viva, e os colegas do Alex acabam presos no porão da casa. O pai de uma das crianças e a professora entram na casa para investigar e encontram todo mundo zumbizado, menos o Alex, que usa a bruxaria da tia para quebrar a maldição. No final, as crianças conseguem matar a “réia” e o feitiço começa a acabar, mas ainda fica aquele clima de trauma.
No geral, achei o filme original para o gênero. Não acho que mereça todo o hype, mas está acima da média, prende a atenção e funciona bem como passatempo.
No início parece interessante, mas no decorrer o filme acaba ficando bem estranho, com uma condução esquisita, personagens pouco desenvolvidos e às vezes sem sentido. O que segura mesmo é a originalidade da narrativa, porque acaba despertando curiosidade para entender o que está acontecendo. Assim mesmo achei um mais pra menos que pra mais.
se não me falha a memória, tem uma cena do detetive com bilau de salsicha???