Comédia sobre o desemprego que mostra o cotidiano de um casal e seus filhos. Okajima desafia o patrão, um homem autoritário e impulsivo, por descordar da demissão de um colega. Ele é despedido sumariamente e engrossa o enorme contingente de desempregados da época. Para comprar comida, vende os quimonos da mulher. Depois de vários percalços, tem uma nova oportunidade com um antigo professor, agora proprietário de um restaurante, que lhe oferece um emprego temporário para carregar placas de anúncios pela rua. Oakajima doma seu orgulho, aceita a proposta e a vida da família se normaliza.
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O primeiro ato pode ser bobo do jeito que for,mas é do segundo em diante que temos uma mão mais pesada de Ozu no drama.A questão familiar já se mostrava muito sensível na filmografia do diretor.
>Assistido em 16 de Novembro de 2023
Mais um filme bonito de Ozu com um toque de humor que seus filmes mudos possuíam e depois foram se tornando escassos em sua filmografia.
o professor parece o seu madruga e esse é meu filme preferido do ozu até agora, eu acho
Coral de Tóquio é um ótimo filme do japonês Yasujiro Ozu.
Segundo filme mudo que assisto do Ozu, resumindo em uma palavra: sensibilíssimo. Que filme belíssimo, emocionante, cativante... aqui vemos o retrato da criança desobediente e geniosa que viria a aparecer outras vezes, em especial em Ohayo (Bom Dia).
Um filme que é uma lição de honra e vida em família. E tem a Hideko Takamine novinha, com 6 ou 7 anos, que graça. Para emocionar mesmo. Lindo filme.
Primeiro, o filme é de 1931, não de 2003. ¬¬
É engraçado como no seu período mudo, o Ozu fazia de tudo para dar maior mobilidade às ações e incrementava o roteiro com uma liberdade interna que é impressionante. Aqui, a câmera no tatame, fixa, já é uma marca. E mesmo sendo uma comédia, há um amargor muito grande a cada frame. Filme maravilhoso, um dos melhores do período mudo do diretor.
O mais legal é que anos mais tarde, quando trará novamente o desemprego, os mesmos motivos desse filmes reaparecerão, até em "Bom Dia", outra comédia que traz também a mesma questão, só que estando o Japão em outro momento de sua história.