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Data de lançamento
6 Junho 1980Duração
Bud Davis, é operário de uma refinaria do Texas. À noite, troca seu capacete por um chapéu e vai para o Gilley's, o bar mais popular de Houston. É lá que ele conhece a bela dançarina Sissy, que pensa que Bud, é um verdadeiro cowboy. Mas Bud, terá a chance de provar isso, quando um perigoso ex-condenado planeja um golpe para roubar o Gilley's, e também o coração de Sissy.
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IMPRIMATUR - visto pela primeira vez em 1987:
Filme bastante esquecido com uma estrela na mesma situação. Recordo que via muito com minha mãe (nos anos 80) por causa do John Travolta. É um filme atípico para uma criança, mas eu adorava... história singela com temática diferente, porém, eficiente como drama romântico.
Avaliação em nota: 6.6
Lembrete sobre o filme Cowboy do Asfalto: O Gilley's fechou em 30 de março de 1989, após Gilley e Sherwood (os coproprietários) entrarem com um processo judicial. A casa noturna pegou fogo ainda naquele ano, supostamente por incêndio criminoso. Os únicos prédios que restaram foram o estúdio de gravação, o recinto coberto para rodeios e um galpão.
Desde então, a arena de rodeio foi demolida e o terreno está cercado e pertence ao Distrito Escolar Independente de Pasadena.
O estúdio de gravação também pegou fogo misteriosamente e a propriedade foi tomada pelo mato. Não sobrou nada que alguém reconheceria como sendo o Gilley's.
Bom filme, bons tempos da sessão de sábado e corujão a umas duas décadas atrás
A onda Country teve destaque na primeira metade da década de 80. Protótipos filmes similares a estes saiam a enxurradas aos quais a figura de macho americano do interior era propagandeada, inclusive, nos comerciais de marcas de cigarro como a Marlboro. COWBOY DO ASFALTO, distribui machismo, violência contra a mulher e misoginia aos borbotões. A estória é tola. É um filme de sua época, embalado na raba do sucesso que John Travolta vinha fazendo em filmes como: Os Embalos de Sábado a Noite e Grease - Nos Tempos da Brilhantina. O elenco aqui é convidativo com uma nova Debra Winger e um violento Scott Glenn já com fama de mau. A trilha como de habitual é repleta de músicas coutryns. Deveria ser muito mais curto em sua narrativa, que a vezes se torna enfadonha. Só um programinha passatempo mesmo. Nada demais!
Sem pretensões Travolta e Winger jovens, belos e no auge de suas carreiras fez um filme sobre o universo cowboy americano que vale enquanto se assiste.