completamente do caralho dentro de suas limitações e vagarosidades! sim! fetichista-orgiástico-orgasmático! uma atmosfera de libertinagem sadeana! um deslizar de ângulos desde vampirismo, podolatria, sensualidade do batom nos lábios humanos, até a provocação erótica e luxuriosa que é o corpo nu, flácido e repousante... aparentemente um pau mole ofendia mais que duro! pouco me interessa se o curta underground, trazido à força aos nossos tempos mornos, adquiriu uma feição ingênua, pouco maldita e transgressora... eu não deveria jamais desgrudar o filme de sua geografia e de seus arredores históricos tão específicos e necessários; não estou certo, mas jack smith já está dentro do cinema of transgression, não? então seu trabalho experimental e marginal era justamente o de assustar velhinhos e escandalizar "gente de bem"
Três quartos de hora de propaganda de batom, dancinha e pinto murcho sendo sacudido. Come the f*ck on. Deve ter mesmo chocado a plateia na época, mas visto a luz de 2021 não sobra absolutamente nada de perene ou minimamente interessante.
Se Steven Jay Schneider quisesse incluir curtas live action vanguardistas dos anos sessenta na lista (e existem vários bons), podia então ter colocado no lugar desse aqui, pra ficar num exemplo só, THE BIG SHAVE do Scorsese.
Meh meio chato
Imagino que este filme na época era um escândalo
Bagaceira.
completamente do caralho dentro de suas limitações e vagarosidades! sim! fetichista-orgiástico-orgasmático! uma atmosfera de libertinagem sadeana! um deslizar de ângulos desde vampirismo, podolatria, sensualidade do batom nos lábios humanos, até a provocação erótica e luxuriosa que é o corpo nu, flácido e repousante... aparentemente um pau mole ofendia mais que duro! pouco me interessa se o curta underground, trazido à força aos nossos tempos mornos, adquiriu uma feição ingênua, pouco maldita e transgressora... eu não deveria jamais desgrudar o filme de sua geografia e de seus arredores históricos tão específicos e necessários; não estou certo, mas jack smith já está dentro do cinema of transgression, não? então seu trabalho experimental e marginal era justamente o de assustar velhinhos e escandalizar "gente de bem"
Três quartos de hora de propaganda de batom, dancinha e pinto murcho sendo sacudido. Come the f*ck on. Deve ter mesmo chocado a plateia na época, mas visto a luz de 2021 não sobra absolutamente nada de perene ou minimamente interessante.
Se Steven Jay Schneider quisesse incluir curtas live action vanguardistas dos anos sessenta na lista (e existem vários bons), podia então ter colocado no lugar desse aqui, pra ficar num exemplo só, THE BIG SHAVE do Scorsese.