Quay of the Goldsmiths - Estados Unidos da América
O Crime da Avenida Foch - Portugal
Sinopse
Jenny Lamour sonha em ter sucesso no mundo da música. Seu marido, Maurice, é simpático, mas muito ciumento. Quando Jenny se aproxima de um senhor de posses em busca de apoio financeiro, seu marido o ameaça de morte.
Quay of the Goldsmiths é relativamente simples, mas muito bem dirigido por Georges Clouzot. É daquele tipo de filme que contém uma trama agradável, e você consegue apreciar com calma a beleza do cinema Noir.
Produção francesa indicada em 2 categorias no Festival de Veneza, vencendo o de melhor diretor, Henri-Georges Clouzot (1907-1977). O filme, produzido em preto e branco, é um drama processual da polícia francesa, baseado no livro "Légitime défense", de Stanislas-Andre Steeman (1908-1970). O filme foi lançado na França e foi popular entre o público e os críticos.
Clouzot escreveu quase dois terços do filme, apenas tendo lido o romance anos antes, lembrando-o da memória, já que estava esgotado quando começou o roteiro, alterando algumas passagens em relação ao texto original. Quando Stanislas-André Steeman (o autor do romance) viu o filme, ele ficou furioso com as diferenças entre o romance e o filme.
Não, realmente Clouzot não procura conquistar a simpatia de ninguém com seus personagens, mas também não recria suas falhas e simplesmente as retrata como elas são. Certamente, não tenho desculpas para que todos esses aspectos do filme não tenham me feito valorizá-lo como ele merece, apesar de ser um tanto confuso e apressado em alguns momentos. É por isso que nunca é demais ter uma revisão a tempo de fazer justiça a um filme de anti-heróis. Clouzot estava, com toda a honestidade, menos interessado em crimes e punições do que na psicologia do comportamento humano, algo pelo qual ele não tinha a maior consideração.
é um filme menor do diretor. Clouzot tem o costume de trabalhar com o elenco meio superpovoado e acaba deixando o enredo meio confuso. Se em "O Corvo" isso serviu bem pra história aqui só serve para encumprida-la.
Quay of the Goldsmiths é relativamente simples, mas muito bem dirigido por Georges Clouzot. É daquele tipo de filme que contém uma trama agradável, e você consegue apreciar com calma a beleza do cinema Noir.
Noirzão francês toooooop
Produção francesa indicada em 2 categorias no Festival de Veneza, vencendo o de melhor diretor, Henri-Georges Clouzot (1907-1977). O filme, produzido em preto e branco, é um drama processual da polícia francesa, baseado no livro "Légitime défense", de Stanislas-Andre Steeman (1908-1970). O filme foi lançado na França e foi popular entre o público e os críticos.
Clouzot escreveu quase dois terços do filme, apenas tendo lido o romance anos antes, lembrando-o da memória, já que estava esgotado quando começou o roteiro, alterando algumas passagens em relação ao texto original. Quando Stanislas-André Steeman (o autor do romance) viu o filme, ele ficou furioso com as diferenças entre o romance e o filme.
Não, realmente Clouzot não procura conquistar a simpatia de ninguém com seus personagens, mas também não recria suas falhas e simplesmente as retrata como elas são. Certamente, não tenho desculpas para que todos esses aspectos do filme não tenham me feito valorizá-lo como ele merece, apesar de ser um tanto confuso e apressado em alguns momentos. É por isso que nunca é demais ter uma revisão a tempo de fazer justiça a um filme de anti-heróis. Clouzot estava, com toda a honestidade, menos interessado em crimes e punições do que na psicologia do comportamento humano, algo pelo qual ele não tinha a maior consideração.
Noir francês do sempre ótimo Henri-Georges Clouzot, com inteligentes metáforas sexuais e ótimo suspense.
é um filme menor do diretor. Clouzot tem o costume de trabalhar com o elenco meio superpovoado e acaba deixando o enredo meio confuso. Se em "O Corvo" isso serviu bem pra história aqui só serve para encumprida-la.