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Duração
Adrian Tripod é o ex-diretor de uma clínica dermatológica chamada "Casa da Pele" que está em busca de seu mentor, o louco dermatologista Antoine Rouge, que desapareceu após uma praga catastrófica resultante de produtos cosméticos, ocasionando na extinção de toda a população de mulheres sexualmente maduras.
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Segundo filme de Cronenberg , sem diálogos nem som direto, apenas narração e trilha sonora "abstrata"(leia-se um monte de barulhos misteriosos). Com clima de Filme de Arte , já mostra alguns dos temas e cacoetes do diretor , com ambientação "asséptica" onde anomalias e mutações começam a se manifestar. Mais recomendado para fãs do cineasta.
Eu tinha dado uma nota mediana pra ele, mas depois de sua vida longa na minha mente resolvi voltar pra dar um 4.5
Tem uma atmosfera e um cenário memorável, sei lá... acho que sou doido igual ao diretor.
Muito, mas muuuuito chato. Mas tem coisas bem interessantes.
Vai na mesma toada de Stereo, mas é pior. Até tem um tom curioso de esquisitice mas é maçante e cansativo, feito com quase nada de dinheiro. Tem cara de trabalho experimental de faculdade, pondo uma narração porque não tinha grana para uma captação de som decente ou efeitos sonoros. O visual é o que se salva, o tom de fotografia e enquadramentos, as únicas coisas que deixam antever que aí surgia o talentoso cineasta de obras-primas como A Mosca, Scanners e Marcas da Violência, entre outras tantas. Esse Crimes do Futuro só se assiste por curiosidade.
Experimentalista demais, complexo demais, narrado demais, chato demais. Cochilei umas 3x durante a 1 única hora de filme ele ainda não tinha acabado.