Um padre entra em crise de consciência quando dois de seus seminaristas são acusados de manter relações sexuais. As investigações de seus superiores, cruéis e radicais, colocam-no em choque com a intolerância e o ódio praticados em sua própria religião.
Drama da David Foster Productions, Jalem Productions, Operation Cork, Turman-Foster Company e Universal Pictures cujo roteiro de Bill C. Davis (1951-2021) foi baseado em sua peça homônima de 1980. Este filme foi dedicado à memória de Ray A. Kroc (1902-1984), CEO do McDonalds e proprietário do San Diego Padres.
3° e último filme de cinema do diretor Glenn Jordan. Os outros 2 longas-metragens teatrais foram O doce sabor de um sorriso (81) e Carência de amor (84). Jordan trabalhou predominantemente na televisão. 2° de 3 filmes em que os atores Jack Lemmon (1925-2001) e Charles Durning (1923-2012) trabalharam. Os outros filmes foram A primeira página (74) e Ensina-me a viver (95). Os 3 filmes foram separadas por cerca de uma década. Último filme de Helene Heigh (1904-1991).
Um filme profundamente religioso sobre as maneiras complicadas pelas quais nossas vidas são agraciadas por Deus. Levanta questões provocativas e depois gentilmente as empurra para o lado para nos dar uma história fácil de engolir, palatável e comovente. Algumas partes são poderosas, principalmente graças ao desempenho envolvente e comprometido de Lemmon.
gosto muito do jack lemmon fazendo comedia, assisti esse filme, e gostei tb, dele fazendo drama, um dos melhores atores do cinema.....p filme nota 7,8...
gostei do filme, um bom drama, com alguns momentos engraçados tb....jack lemmon, otimo, cada filme que assisto dele, fico mais fã ainda....de seu trabalho....nota quase 8...p filme,.....que eu nao esperava tanto.....
"Todos gritam em silêncio..."
Surpreendente e fascinante um tema um tanto que complicado de se falar
e acaba sendo tratado de uma forma bem leve.
Temos o jovem padre com sua visão da igreja e do outro lado todos aqueles que simplesmente não querem falar no assunto, jogando para debaixo do tapete, escondendo de todos e de si mesmo aquela velha hipocrisia humana de sempre, ainda mais dentro de uma instituição como a igreja.
Pena que mesmo hoje anos depois desse filme muita coisa ainda seja jogada para debaixo do tapete.
Muito bom!