Dirigido por
Duração
Cheng Jie, presidente de uma grande empresa, foi instruído por um "mestre" a fazer sexo com uma mulher para mudar sua sorte e saúde. A escolhida foi em Han Mei, uma funcionária "mãe solteira" de sua empresa. Ele a estuprou e feriu, deixando-a em estado vegetativo. Agora a irmã de Han Mei, a policial Qiu Yi Zhao, fará de tudo para conseguir justiça.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Comparado aos dois filmes que vi recentemente do Pengfei Qin, 'Fight Against Evil 2' e 'Black Storm', esse foi o que menos gostei. Mas foi bom ver a Luxia Jiang como protagonista de novo depois de tanto tempo. Se não me engano, o último papel dela de mais destaque foi no ótimo 'King of Triads' de 2010. De lá pra cá, ela só apareceu em papéis menores. Ela pode não ser a atriz mais carismática do mundo, mas nas cenas de luta não deixa a desejar. Pena que ela voltou com um filme meio fraco. Apesar de ter tido algumas boas cenas dela lutando, eu esperava mais.
Enfim, agora é só esperar e ver se algum dia 'Bodyguard' aparece com legenda em inglês. Cheguei a encontrá-lo em um site chinês e também no YouTube, mas para minha infelicidade, só com legendas fixas em mandarim.
Com "Black Storm" o diretor Pengfei Qin já tinha entregue um dos filmes de ação mais satisfatórios do ano, e ainda sobrou tempo pra encaixar mais um. E se "Curbing Violence" não se iguala na ação, pelo menos é o seu filme mais competente no quesito narrativa e desenvolvimento de personagens. Ou seja, o maluco só tá evoluindo. Outro grande acerto foi trazer a sumida da Luxia Jiang, que manda muito bem nas lutas e repetir a parceria com o Bei-Er Bao, que sabe como fazer um vilão FDP.
E como eles fazem parte do mesmo universo, espero que o próximo do diretor coloque a Luxia e o Miu Tse pra chutar bunda juntos.