A aqui diretora Bryce Dallas Howard queria prestigiar seu pai e, de tabela, seus irmão e avô, e não existe nada de errado nesta forma particular de egoísmo, ainda mais quando dividida de modo altruístico com o público. É bonito, mesmo que aparente ser artificial e além de muitas realidades mais dolorosas, assistir a famílias funcionais, cujos membros desempenham o papel que deveriam, com amor, carinho, respeito.
Para não ficar apenas na homenagem pura e simplesmente - repito, não existe nada de errado nisto, a meu ver -, Bryce também reuniu um time de superastros, de Will Smith a Jimmy Fallon, partilhando histórias paternas que, de novo, podem parecer cosmetizadas por serem provenientes de homens bem estabelecidos no show business americano.
É aí que a diretora também abre espaço para que pais reais, digamos assim, dividam seu amor paterno conosco. São histórias bonitas, contadas de forma breve apenas para caber dentro da duração de 80 minutos, mas que não deixam de ser emocionantes por isto. São inspirações, desafios, vitórias direto do mundo real, superações em nome do amor em seu estado puro.
É o mínimo? Sim, é! O mais óbvio é que pais cuidem de seus filhos, permaneçam ao lado das famílias que constituíram, em vez de acovardarem-se e fugirem. Todavia, mesmo que saibamos que a vida nem sempre é colorida e florida assim, às vezes é bom descarregar uma dose extra de otimismo e bondade pra energizar nossas vidas. E este documentário faz isto muito bem.
Só o fato de ter o Will Smith como pai exemplar já invalida o documentário.
Eu devo ser um molenga mesmo porque esse filme é altamente manipulativo, e eu consegui me emocionar.
A aqui diretora Bryce Dallas Howard queria prestigiar seu pai e, de tabela, seus irmão e avô, e não existe nada de errado nesta forma particular de egoísmo, ainda mais quando dividida de modo altruístico com o público. É bonito, mesmo que aparente ser artificial e além de muitas realidades mais dolorosas, assistir a famílias funcionais, cujos membros desempenham o papel que deveriam, com amor, carinho, respeito.
Para não ficar apenas na homenagem pura e simplesmente - repito, não existe nada de errado nisto, a meu ver -, Bryce também reuniu um time de superastros, de Will Smith a Jimmy Fallon, partilhando histórias paternas que, de novo, podem parecer cosmetizadas por serem provenientes de homens bem estabelecidos no show business americano.
É aí que a diretora também abre espaço para que pais reais, digamos assim, dividam seu amor paterno conosco. São histórias bonitas, contadas de forma breve apenas para caber dentro da duração de 80 minutos, mas que não deixam de ser emocionantes por isto. São inspirações, desafios, vitórias direto do mundo real, superações em nome do amor em seu estado puro.
É o mínimo? Sim, é! O mais óbvio é que pais cuidem de seus filhos, permaneçam ao lado das famílias que constituíram, em vez de acovardarem-se e fugirem. Todavia, mesmo que saibamos que a vida nem sempre é colorida e florida assim, às vezes é bom descarregar uma dose extra de otimismo e bondade pra energizar nossas vidas. E este documentário faz isto muito bem.