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Sinopse
Num filme belamente rodado em preto-e-branco, um freira explora o corpo de outra mulher enquanto, pouco a pouco, transforma o simples ato de fazer amor numa poderosa metáfora para a liberdade de amar...
Apesar de conhecer teoricamente o trabalho lésbico militante da diretora Su Friedrich há algum tempo, este é o primeiro filme dela que vejo. E, não por acaso, não me limitei a ver o filme: eu senti, eu me percebi imerso no contexto de expansão da fé, da sexualidade e da humanização das personagens que o maravilhoso roteiro desenvolve. Infelizmente, ainda não havia visto NARCISO NEGRO, citado minuciosamente na narrativa refletida, mas prometo corrigir este defeito em relação à dupla Powell/Pressburger muito em breve. Por ora, gostei muito da verve crítica, emocional e historicizada da Su Friedrich. Quero mais! (WPC>)
Apesar de conhecer teoricamente o trabalho lésbico militante da diretora Su Friedrich há algum tempo, este é o primeiro filme dela que vejo. E, não por acaso, não me limitei a ver o filme: eu senti, eu me percebi imerso no contexto de expansão da fé, da sexualidade e da humanização das personagens que o maravilhoso roteiro desenvolve. Infelizmente, ainda não havia visto NARCISO NEGRO, citado minuciosamente na narrativa refletida, mas prometo corrigir este defeito em relação à dupla Powell/Pressburger muito em breve. Por ora, gostei muito da verve crítica, emocional e historicizada da Su Friedrich. Quero mais! (WPC>)