Me agrada em termos de ritmo e direção, as atuação também são bem dignas em especial de Lucille Ball que é um arraso toda vez que entra em cena mas confesso que o discurso me incomoda bastante. Me parece incompreensível uma dançarina que nega o poder da sensualidade do corpo e que opta por um discurso moralista anti-sensualidade, elemento essencial em toda e qualquer dança. Indicio da Liga Das Senhoras Católicas interferindo no cinema ( tal qual a militância feminista o faz em 2025): uma pena.
Típica história de Cinderela, com boas atuações e musicais bobinhos (me é difícil acreditar que alguém poderia gargalhar com aqueles numeros, mas enfim , quase 100 anos nos separam)
O filme é muito bom e divertido, ainda que tenha um tom irregular e um roteiro com a sutileza de um coice de cavalo. Lucille Ball é a grande estrela, o filme é dela, mas todos estão bem, especialmente Maureen O'Hara.
Considerada a obra-prima de Dorothy Arzner e com toda razão. O filme é redondinho e me fisgou de imediato. As personagens são bem construídas e nada rasas, comparadas com os filmes sobre "garotas dançarinas que buscam um lugar ao Sol" posteriores. Os poucos números musicais são muito bem feitos e dirigidos, mostrando todo o talento, sensibilidade e visão de Dorothy. Lucille Ball é a força extrema do filme, talentosa e pontual. Maureen O'Hara soube dosar a personagem perfeitamente: a sua mocinha ingênua e boazinha, tinha tudo para ser uma personagem irritante, mas ela soube dar o tom exato, fazendo a gente torcer por ela. Gostei demais desse filme e Dorothy só sobe no meu conceito.
Me agrada em termos de ritmo e direção, as atuação também são bem dignas em especial de Lucille Ball que é um arraso toda vez que entra em cena mas confesso que o discurso me incomoda bastante. Me parece incompreensível uma dançarina que nega o poder da sensualidade do corpo e que opta por um discurso moralista anti-sensualidade, elemento essencial em toda e qualquer dança. Indicio da Liga Das Senhoras Católicas interferindo no cinema ( tal qual a militância feminista o faz em 2025): uma pena.
Típica história de Cinderela, com boas atuações e musicais bobinhos (me é difícil acreditar que alguém poderia gargalhar com aqueles numeros, mas enfim , quase 100 anos nos separam)
Não me cativou, não gostei de nenhuma das duas personagens. Não é ruim, mas não deu match. Nota 5,0.
O filme é muito bom e divertido, ainda que tenha um tom irregular e um roteiro com a sutileza de um coice de cavalo. Lucille Ball é a grande estrela, o filme é dela, mas todos estão bem, especialmente Maureen O'Hara.
Considerada a obra-prima de Dorothy Arzner e com toda razão. O filme é redondinho e me fisgou de imediato. As personagens são bem construídas e nada rasas, comparadas com os filmes sobre "garotas dançarinas que buscam um lugar ao Sol" posteriores. Os poucos números musicais são muito bem feitos e dirigidos, mostrando todo o talento, sensibilidade e visão de Dorothy. Lucille Ball é a força extrema do filme, talentosa e pontual. Maureen O'Hara soube dosar a personagem perfeitamente: a sua mocinha ingênua e boazinha, tinha tudo para ser uma personagem irritante, mas ela soube dar o tom exato, fazendo a gente torcer por ela. Gostei demais desse filme e Dorothy só sobe no meu conceito.