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Duração
Quando é forçado a se divorciar de sua esposa por pressão familiar e social, porque sua mãe é uma prostituta, Nazar (Khodaparast) trabalha em turnos dobrados para pagar o empréstimo que ele tirou para o seu casamento impulsivo e pagar alguma restituição à sua doce e abandonada noiva, Reyhaneh (Kosari). Quando ele não consegue dar conta dos pagamentos, ele foge da polícia e acaba no deserto com um homem taciturno e velho (Gharibian) que captura cobras venenosas pelo seu veneno. Estes dois são forçados a conviver no deserto, porque Nazar não está disposto a voltar para a cidade e quer pegar cobras para ganhar dinheiro suficiente para saldar suas dívidas. Seu falatório exagerado irrita o homem reservado, até que a vida de Nazar fica em perigo.
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moleque chato da poarr
O primeiro filme de Farhadi. E pelo jeito o que mais se difere dos seus filmes que viriam. Ainda bem. Como Farhadi evoluiu. Apesar do título interessante, pois sinto falta disso nos títulos de suas pérolas, o cinema persa se destaca até pela poesia carregada nos nomes dos filmes. Todavia, "Dancing in the dust" é arrastado, após uma hora de filme se torna massante, demorado, quase insuportável. Nazar é inquestionavelmente um ser irritante, a todo momento tentando chamar a atenção do velho no deserto, até entendemos os socos e ponta pés que ele leva kkkkkk que cara sem noção!
Logo não tive empatia por suas tentativas de alcançar seu objetivo. As cenas longas no deserto, bem de longe me lembraram "O pai" de Majid Majidi, mas é lógico que o filme de Majidi é totalmente superior. Farhadi começou mal!